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Página/125 min de leitura

Estimativa de IA · confiança 90%
Enquadramento predominante
Esquerda 80%
Esquerda · estimado por IA · confiança 90%
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Os resumos de IA podem conter erros.
O artigo critica os efeitos negativos das políticas de Milei no emprego e na Segurança Social, apontando claramente as consequências adversas da reforma trabalhista. Também enfatiza a falta de respostas do governo sobre o futuro das aposentadorias, sugerindo uma abordagem de preocupação com o bem-estar dos aposentados.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
A partir de 1º de dezembro de 2026, começará a vigorar o Fundo de Assistência Laboral (FAL) como parte da reforma trabalhista do governo de Javier Milei, apresentado como um meio para promover o emprego sem custos para as empresas. No entanto, desde que assumiu o cargo, quase 300 mil empregos formalizados foram perdidos, e a reforma aumentou a informalidade no trabalho, impactando gravemente a Segurança Social.
Estima-se que o FAL e a queda nas contribuições ao sistema previdenciário podem custar cerca de US$ 5,065 bilhões anualmente, levantando preocupações sobre o futuro das aposentadorias.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El 1° de diciembre empieza a regir el Fondo de Asistencia Laboral (FAL), una de las piezas centrales de la reforma laboral. El Gobierno lo presenta como una herramienta indispensable para generar empleo con cero costos para las empresas (a diferencia de la propuesta original en Ley Bases), ya que el aporte al fondo se descuenta de las contribuciones patronales que ya ingresan. Problemas serios para los recursos de Seguridad Social.
Pero el FAL no es lo único que tensiona la Seguridad Social. Desde que asumió Javier Milei, se perdieron casi 300 mil puestos de trabajo registrado, fenómeno que se profundizó con la reforma laboral (aunque el argumento era exactamente el inverso), agravado por el traspaso constante de puestos de trabajo registrados al régimen de monotributo. A todo esto, se suma que, en la Ley Bases, se aprobó la quita de multas a la no registración, lo que produjo un incremento de la informalidad.
La pregunta que nadie del oficialismo responde es la más obvia ¿Qué va a pasar con las jubilaciones?
Para dimensionar el impacto de lo descripto anteriormente, desde CEPA estimamos cuánto le cuesta al sistema previsional el FAL y, al mismo tiempo, cuánto le está costando el crecimiento del empleo sin aportes. Los resultados son contundentes: entre ambos, la Seguridad Social pierde unos USD 5.065 millones por año.
Prometieron empleo, llegó el monotributo
Cuando se discutía la reforma laboral, Sturzenegger prometía “más empleo y mejores salarios”, y la Ley Bases, el FAL y la reforma laboral se presentaron como las llaves para que las empresas perdieran el miedo a contratar. A ocho meses de su sanción, los datos dicen exactamente lo contrario. Y cada uno de ellos le pega, directamente, a la caja de la Seguridad Social.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Página/12.


Economia · iProfesional