Três planos: El Resumen Esencial grátis, Premium com a análise completa e Intelligence com dados e alertas para decidir, em português, espanhol ou inglês.
Três planos: El Resumen Esencial grátis, Premium com a análise completa e Intelligence com dados e alertas para decidir, em português, espanhol ou inglês.
Três planos: El Resumen Esencial grátis, Premium com a análise completa e Intelligence com dados e alertas para decidir, em português, espanhol ou inglês.
Um mesmo tema em um só lugar: o texto oficial, o vídeo, o que aconteceu no X, como cada veículo contou e o discurso completo.
Discurso completo · Institucional
Casa Rosada51 min de leitura

Estimativa de IA · confiança 85%
Enquadramento predominante
Libertário 90%
Direita · estimado por IA · confiança 85%
A estimativa vem da análise do texto da notícia: quais fontes cita, quais fatos destaca e que linguagem usa.
Um modelo de IA lê a notícia e estima quanto do enquadramento se inclina à esquerda, ao centro ou a uma visão libertária. As três porcentagens somam 100.
Esta é uma estimativa gerada por IA, não um julgamento objetivo.
Gerado em · 1 min de leitura
Os resumos de IA podem conter erros.
O discurso apresenta as políticas do governo de forma positiva e inclui críticas contundentes aos oponentes, destacando os fracassos das administrações anteriores. Frases como 'justiça social é um roubo' e ataques à oposição sugerem um foco de direita.

Institucional · Casa Rosada
Fonte: Casa Rosada (CC BY 2.5 AR). Tradução realizada pela MileiHoy
Discurso do Presidente da Nação, Javier Milei, na abertuda do 144° período de Sessões Ordinárias do Congresso da Nação
Deputados e senadores do Congresso da Nação, governadores, ministros da Suprema Corte de Justiça, embaixadores, estimados membros do Gabinete nacional, e a todos os argentinos que nos estão ouvindo de suas casas, boa noite.
Além disso, quero fazer uma saudação muito especial porque hoje, nesta casa, nos honra o máximo representante da história do liberalismo argentino, o Doutor Alberto Benegas Lynch (h). Obrigado, professor, obrigado.
Hoje estamos aqui reunidos em cumprimento do artigo 99 da Constituição Nacional, para relatar o estado da Nação e iniciar um novo período de sessões ordinárias deste Honroso Congresso Nacional. Sendo a terceira inauguração de sessões ordinárias do nosso mandato, gostaria de convidá-los a todos a recordar de onde viemos e assim poder entender para onde vamos e por que este ano no Congresso será tão importante.
Há apenas dois anos, a Argentina estava em uma situação de crise terminal; a continuidade da nossa União como país estava em jogo. A herança nos mostrava a combinação das três piores crises da história argentina: um desequilíbrio monetário que duplicava o da anterior ao Rodrigazo de 1975, durante o governo de Isabel Perón; um Banco Central em falência, ainda em pior estado do que o que tinha Raúl Alfonsín antes da hiperinflação de 1989; e, como se tudo isso não bastasse, indicadores sociais piores do que os de 2001. Um combo que nos teria convertido em Venezuela.
Isto é, há dois anos estávamos presos sem saída, em um eterno presente que destruía nossa fé e a de nossos filhos. Há dois anos estávamos resignados a repetir sempre os mesmos erros pela avareza, a imperícia e a covardia de nossos políticos de sempre. Aqueles que sempre têm a fórmula para erradicar todos os males e que sempre falharam. No entanto, hoje voltamos a olhar para o futuro com esperança. Hoje sabemos que há um caminho a seguir e sabemos que é possível tomá-lo.
Hoje estamos fazendo coisas que estavam pendentes há décadas. Hoje não apenas deixamos de nos sentir como perdedores, mas também sabemos que podemos fazer a Argentina grande novamente.
Hoje, em apenas algumas semanas, neste que tem sido um dos períodos de sessões extraordinárias mais produtivos da nossa história e cumprindo todas as promessas de campanha feitas em 2025, podemos dizer: um, aprovamos o primeiro orçamento sem déficit fiscal, livre de default em 100 anos. Isto é: acabou-se o endividamento imoral que cobrava a conta de nossas festas para gerações futuras sem possibilidade de se defenderem com o voto.
Acabamos com a emissão monetária que era usada para financiar o descalabro fiscal e cujo resultado era uma inflação crescente que golpeava os mais vulneráveis. E tudo isso fizemos não apenas sem aumentar impostos, mas também os diminuímos em equivalente a dois pontos e meio do PIB, e fizemos isso porque não apenas acreditamos que os impostos são um roubo, mas também porque o ajuste tinha que ser feito pela política.
Vocês também poderiam gritar, porque sou Presidente de vocês, mesmo que não gostem.
Dois. Sancionamos a lei da inocência fiscal. Não, vocês não podem aplaudir porque as mãos de vocês escapam os bolsos alheios.
Vai lá, continuem com as operações que depois vou buscar vocês quando caírem na Justiça por mentirosos. Vai lá. Dois: sancionamos a Lei da Inocência Fiscal, onde depois de anos de saques da política, onde o pagador de impostos era culpado até que se provasse o contrário, hoje revertessemos essa atrocidade e os argentinos voltaram a ser inocentes até que se prove o contrário.
Três: reformamos a Lei Penal Juvenil, modificando assim um regime penal obsoleto que já tinha 45 anos de antiguidade, porque, assim como dissemos antes de sermos governo e que realizamos na prática com a Doutora Patricia Bullrich, ex-ministra da Segurança e agora senadora: quem faz, paga.
Isto é assim porque sem ordem e sem justiça não há futuro possível. Ninguém pode pensar em edificar seu futuro se não se respeita a lei, a liberdade e a propriedade.
Vamos lá, vamos lá, ignorantes: a justiça social é um roubo, implica um tratamento desigual frente à lei e é precedida de um roubo, bando de ladrões. Delinquentes. Por isso têm o seu líder preso.
Além disso, quatro: aprovamos a lei… Sim, continuem com as operações, que o povo sabe, digamos que sabem que são uns mentirosos. Sabem que os áudios são falsos, sabem que quem declarou já disse que era mentira, mas continuem assim, mentindo ao povo. Continuem mentindo ao povo com situações que não têm além dos crudos, vão, continuem mentindo. Bando de ladrões, bando de chorros, por isso têm o seu líder preso. E vai continuar preso pela causa dos cadernos, vai continuar preso pelo Memorando do Irã, vai continuar preso pelo que fez com Vialidad, porque é uma chorra, porque foram os mais chorros da história.
Quatro: aprovamos a Lei de Modernização do Trabalho, uma lei que vem para varrer com um delírio sancionado há 50 anos, inspirado em ideias cavernícolas de há 80 anos, e que deixou metade dos trabalhadores no mercado informal. Isto é, os campeões dos direitos dos trabalhadores deixaram sem nenhum tipo de direito metade dos trabalhadores.
E isso, além do fato de que saíram de seu último governo com uma situação em que 30% dos trabalhadores formais eram pobres. Além disso, esta lei permitirá que o mercado de trabalho possa estar em linha com uma economia que está sendo testemunha da maior transformação da história.
Que alergia têm aos dados. O desemprego caiu. Dedique-se a recitar poemas e a falar de dados não, porque disso você não sabe nada.
Que interessante que no Congresso me encontre com parte da minha banda de rock, a banda presidencial. Como é? Para de se olhar no espelho, Martínez, os chorros são vocês.
Ei, então um fracassado chegou à Presidência… Que interessante!
Por último, esta semana nos tornamos o primeiro país da região a promulgar o acordo Mercosul–União Europeia. Por trás deste avanço está nossa convicção de que o comércio, por seu efeito na competição, resulta em uma elevação da qualidade de vida, já que é o que nos permite acessar bens de maior qualidade a um melhor preço.
Além disso, conseguimos um acordo comercial com os Estados Unidos após 21 anos daquela famosa auto-sabotagem que tragicamente foi celebrada pela nossa liderança. Ainda ressoa em nossas mentes a voz de Hugo Chávez dizendo: “ALCA, ALCA, al carajo”, e depois querem nos convencer de que não nos levam a Cuba, a caminho de ser Venezuela, também no meio.
Por isso, depois de décadas perdidas e gerações que viram como seus filhos viviam cada vez pior, viemos determinar que esta miséria decadente se terminou. A partir de agora e pela vontade dos argentinos que assim expressaram nas urnas, temos a força para começar um novo capítulo da história argentina.
Uma mudança de época que pode ser resumida em um conceito central, que é o que guia nossa conduta e que é o núcleo conceitual do que quero falar com vocês hoje aqui, nesta abertura de um novo período de sessões ordinárias do nosso Congresso Nacional: a moral como política de Estado.
Quero ser claro nisso: na nossa visão existe uma clara ordem de mérito. Vai lá, os fascistas são socialistas que entenderam que o caminho não era a violência. Pelo menos seja menos burro e vá estudar.
É mais, em um livro que se chama A doutrina do Fascismo, esses personagens sinistros diziam: “Nada fora do Estado, tudo dentro do Estado e nada contra o Estado”. O que isso tem a ver comigo? Tem a ver com vocês, que estavam inspirados em um fascista. Primeiro, pegue os livros, depois me diga tudo que quiser.
Quero ser claro nisso: na nossa visão existe uma clara ordem de mérito. Em primeiro lugar, estão a ética e a moral com base nos valores do Ocidente. Isto é, a filosofia grega, o direito romano, a retidão dos estoicos e os valores judeocristãos.
De modo que cada uma de nossas ações seja, antes de tudo, justa no sentido de Ulpiano. Isto é: a justiça é a constante e persistente vontade de outorgar a cada um o seu direito; isto é, a intenção de dar a cada um o que é seu, o que corresponde sob os preceitos do direito, que são o de viver honestamente, sem causar dano a ninguém.
Em segundo lugar, situamos a eficiência econômica. Em segundo lugar, situamos a eficiência econômica. E, por último, em terceiro lugar, o utilitarismo político. Nesse sentido, quando uma política é justa, esses três elementos estarão alinhados; enquanto que quando estiverem em tensão, isso será um sinal de que tal política é injusta.
Mas essa mudança radical não ocorre no vácuo. Não tomamos as rédeas do país em condições normais, mas tivemos que encarar a estabilização de uma sociedade à beira da destruição. Nossa moeda nacional havia sido destroçada pela emissão desenfreada de dinheiro e um extenso histórico de defaults soberanos. A falta de investimento, produto da instabilidade e da insegurança jurídica, destruía empresas e postos de trabalho todos os anos.
Não, de volta, aprendam, vão, vejam os números. Eu entendo que vocês somam com dificuldade, mas hoje vão e vejam os números.
Eu conto que a taxa de desemprego caiu apesar de que aumentou a oferta; isso quer dizer que aumentaram os postos de trabalho mais do que aumentou a oferta.
Mas, de volta, seria divertido poder debater com vocês, se soubessem de algo. Mas o que posso esperar de vocês? que no último governo emitiram 28 pontos do PIB; três no último ano para ganhar uma eleição.
A sua vez, a pobreza e a doutrina Eugenio Zaffaroni, impulsionada pelo Kirchnerismo, fizeram de nossas ruas um banho de sangue, e a pobreza não parava de crescer, embora se tentasse maquilá-la com planos sociais e emprego público, que apenas agravava o problema. Isto é: recebemos um Estado falido em todos os âmbitos.
O crime e os homicídios vinham aumentando e as ruas eram terra de ninguém nos bairros e dos piqueteros nas cidades. Para agravar a situação, esses piquetes eram financiados com dinheiro de assistência social que deveria ser destinado aos mais necessitados.
Nossas fronteiras eram um peneira, o que servia como um caldo de cultivo perfeito para que o narcotráfico irrompesse em nossa sociedade, assim como aconteceu em Rosario. Como país, não sabíamos quem entrava, não sabíamos quem saía, e por isso entravam os piores e se iam nossos jovens.
Em matéria de Capital Humano, tínhamos uma pobreza camuflada com controles de preços de 57%, com sete de cada dez crianças pobres, e uma grande maioria de formandos escolares que não sabiam ler ou escrever, nem fazer contas matemáticas simples, no mundo que avança todos os dias a passos largos em Inteligência Artificial.
O Estado e as empresas estatais eram utilizados como abrigos de militantes cuja finalidade não era outra que a de camuflar a incapacidade de criar postos de trabalho genuínos, produto da alta pressão tributária e uma lei trabalhista anacrônica.
Fruto disso, a grande maioria de empresas estatais eram deficitárias e deviam ser sustentadas com impostos e emissão monetária. Também o Estado estava tomado por uma teia inescrutável de regulações, que sufocavam o livre mercado; e atrás de cada uma delas, havia alguém roubando o argentino com sobrecustos, serviços forçados ou multas irrisórias. Alguns casos tão alevosos como o sistema de licenças para importação, através do qual os amigos do poder podiam ter um negócio rentável importando à taxa de câmbio oficial e vendendo a paralelo.
É por isso que não surpreende que haja pessoas sinistras, e alguns deles golpistas, que, em nome da defesa da indústria nacional, sob a pátina de um nacionalismo de grego, defendam o protecionismo e o controle de capitais, com sua consequente brecha cambial. Isto é, abraçar a bandeira argentina com a única intenção de roubar os argentinos de bem.
Tínhamos uma justiça estagnada por sua excessiva politização, com vagas em uma enorme quantidade de tribunais federais e causas dormindo há anos. A política, desinteressada de tudo isso, continuava gastando como se não houvesse amanhã para garantir cargos a seus amigos. Isso chegou ao pico da loucura com os 18 ministérios que o governo anterior tinha, quando se foram, pois antes tinham 23. Bem de comunista.
E em matéria internacional, toda essa estrutura política não serviu para ter relação comercial alguma que abra mercados para os argentinos. Estávamos isolados, sozinhos e temerososos do resto do mundo; e por isso nossa economia era pobre e frágil. E como se tudo isso não fosse suficiente, o fisco perseguia a todos e cada um dos argentinos de bem, como se fossem narcotraficantes, por fazer uma transferência ou por querer comprar dólares, que hoje compram livremente.
E a verdade é que poderia ficar até a inauguração do ano que vem enumerando os setores críticos que a administração anterior deixou, mas prefiro me concentrar no que fizemos para solucioná-lo e no que nos resta por fazer.
Havia apenas uma forma de cortar o nó górdio que significava este desastre herdado, e era estabilizando a economia. O aspecto mais urgente era o descalabro inflacionário que nos tinha à porta de uma hiperinflação, e a raiz da inflação é a emissão monetária que derivava do déficit fiscal. Por isso, em nosso primeiro mês eliminamos um déficit fiscal de 5% do PIB de uma só vez. Muito obrigado ao melhor Ministro da Economia do mundo, duas vezes seguidas, Toto Caputo. Obrigado.
Além disso, isso não fizemos aumentando impostos, como sempre sugerem os populistas, mas cortando gastos. Durante 2024 reduzimos em 30% o gasto primário do Estado Nacional em termos reais. Do lado do Banco Central, nos concentramos em recompor sua situação patrimonial, para que os pesos dos argentinos tenham respaldo. Nessa linha, conseguimos eliminar em apenas 6 meses o déficit cuasifiscal, que ascendia a 10% do PIB, e começamos o processo de recomposição de reservas, apesar de ter que pagar durante todo o ano dívida em dólares cash pela falta de acesso aos mercados internacionais de crédito. Obrigado Santiago Bausili, por nos salvar da hiperinflação. Obrigado Pablo Quirno, pelo design institucional, que estabilizamos a economia sem expropriar, sem fazer o Plano Bonex, sem controles de preços, sem repressão; tudo a livre mercado.
Parece que… você poderia sair de… ou continua recitando ou diz coisas com sentido? Porque chegaram a deixar uma brecha de 300%. Isso não é desvalorizar, vocês desvalorizaram. Nós sinceramos o desastre que vocês deixaram.
Esta parte também não vai gostar: vêm os méritos seus, Doutora. Em Segurança, após uma ação implacável da doutora Bullrich, impulsionamos reformas legislativas como a Lei Antimáfia, o Registro de Dados Genéticos e a Lei de Reincidência e Reiterância e unificação de condenas para cortar com este flagelo, junto com a implementação do Plano Bandeira e o Protocolo Antipiquetes.
Depois passamos a versão em desenho, para que vocês entendam.
Graças a isso, conseguimos reduzir a taxa de homicídios em 17% a nível nacional, reduzir em 65% os homicídios em Rosario e, apenas em 2025, conseguimos uma redução de 20% dos roubos, o valor mais baixo da história recente, sem contar o período de isolamento pela quarentena.
Da mesma forma, estamos colocando ordem na fronteira, onde os narcos entravam e saíam à vontade, e tal como prometemos na campanha, terminamos com os piquetes de uma vez por todas, os quais passaram de nove mil por ano a zero.
Isso último foi feito em conjunto com a Ministra Pettovello e todo o Ministério de Capital Humano. Graças a isso, eliminamos as transferências discricionais, para tirar da política o negócio da intermediação da ajuda social; e aumentamos as transferências automáticas, para que os mais vulneráveis recebam esses recursos de forma plena. Sem dúvida, dificilmente há um exemplo que mostre de melhor maneira o que Bastiat chamava de “a mão porosa dos políticos”.
Roubar é errado, mas roubar o pão boca dos mais vulneráveis, fazendo deles escravos para acumular poder, excede a qualquer adjetivo que possa ser encontrado no dicionário.
Assim, graças à reatribuição de verbas, a AUH aumentou em 492,9% em relação ao valor herdado em 2023. Incorporamos 600.000 crianças à AUH. Aumentamos em 137,5% a prestação Alimentar. Aumentamos mais de 500% as bolsas Primeira Infância e mais de 1.100% a prestação Primeiros Mil Dias.
No entanto… (gritos) Vamos lá, vocês que usaram os planos sociais para roubar as pessoas com a intermediação, ou seja, e os condenavam à pobreza e os tornavam escravos, do que falam se além disso não sabem nem somar? Mas isso sim, vocês escondiam atrás das causas justas um monte de delinquentes para que assim depois não toquem nos roubos, bandos de delinquentes.
Kukas, eu vou avisar uma coisa. Kukas, sabe o quê? Adoro domá-los. Adoro fazê-los chorar. E à grande maioria adora ver vocês chorar. E, se têm razão.
No entanto, entendemos que os planos sociais não são uma solução de fundo, mas uma transição. Por isso também estamos reformando a educação inicial e primária para assegurar os conhecimentos básicos de leitura e compreensão que as últimas décadas se perderam. Renovamos o currículo educacional, fortalecendo as competências fundamentais, ampliando as provas Aprender na educação primária e secundária. Não, claro, eu entendo: para vocês a educação era lavar o cérebro das crianças com “A Razão da Minha Vida”.
Vocês são muito divertidos para o debate: têm todo o passado à frente.
Parece que o oligarca disfarçado de pedinte ficou incomodado.
Sim, serei muito pedinte, mas ganhei de goleada de vocês em um ballotage.
Organizar a economia, a segurança e as ruas nos permitiu avançar com as outras mudanças que o país clamava a gritos. As empresas estatais, antes deficitárias, passaram a estar em equilíbrio, significando uma economia para todos os argentinos. Tomo como exemplo o emblemático caso da Aerolíneas Argentinas, que desde 2008 até a nossa chegada custou 8 bilhões de dólares a todos os argentinos, e este ano gerou lucros de 100 milhões de dólares. Vá procurando o ângulo, kuka.
Parece que os estados contábeis não dizem o mesmo. De novo: você não sabe ler, não sabe olhar para um número. Obrigado por confirmar: vá e leia os balanços, senhora.
Nesta mesma linha, avançamos com as primeiras privatizações contempladas na Lei Bases e estamos avançando com os requisitos para privatizar as restantes. Graças ao trabalho de todo o governo, mas em particular de nosso Ministro de Desregulação, o colosso Federico Sturzenegger. Graças à sua tarefa ciclópea. Uy, não sei se eles entenderão quem era Cíclope. Bem, graças à enorme tarefa de Federico realizamos mais de 14.500 desregulamentações em um sem-número de áreas que demonstram o grau de cooptação corporativa que o Estado tinha, porque por trás de cada regulação havia um privilégio, ou, melhor dito, um curro, um golpe.
Entre outras coisas, essas desregulamentações nos permitiram estabelecer recordes no mercado aerocomercial de passageiros; permitiu aos produtores argentinos acessar melhor maquinaria produtiva do que a disponível localmente; e normalizou e potencializou o mercado de aluguel. Este último, após a revogação da nefasta Lei de Aluguéis, viu aumentar fortemente a oferta de imóveis para alugar e reduzir seu preço em 30% em termos reais.
Vou contar, Kuka, porque como vocês são tão ignorantes: em termos reais é líquido da inflação.
Além disso, desarticulamos o sinistro sistema de licenças para as importações graças à eliminação das IRAs, a ampliação do courier e a redução de tarifas.
E todas essas grandes conquistas parecem pequenas ao lado da conquista pelo RIGI. Através deste sistema de incentivos ao investimento, aprovamos projetos de 25 bilhões de dólares que já estão em andamento; e estamos avaliando solicitações adicionais de 45 bilhões de dólares. Os 32 projetos apresentados estão distribuídos em 11 províncias e demandarão mais de 60.000 postos de trabalho diretos e indiretos.
E isso é apenas em um ano de vigência. Imagine se mantivermos essa política ao longo do tempo, ainda mais considerando que boa parte dos investimentos atuais está desenvolvendo a infraestrutura crítica que tornará viáveis ainda mais investimentos futuros. Já por seus resultados presentes, estamos diante da política de desenvolvimento mais eficaz do século, e é a vocação desta administração transformar o RIGI não em uma exceção, mas em uma política de Estado que nos tornará o país mais atraente da região para investir.
Ou seja, a meta não é que o RIGI converja com o resto da economia, mas que o resto da economia possa eventualmente ter o mesmo tratamento que o RIGI. Em paralelo, conseguimos reduzir em 20% o quadro estatal; reduzimos em quase 40% os cargos superiores da Administração Pública, economizando 2 bilhões de dólares por ano para a sociedade, sem afetar a qualidade de um único serviço ou concorrência. Também conseguimos voltar ao equilíbrio na maioria das empresas estatais.
Por favor, mude de lugar. Mas claro, vocês somam com dificuldade, não sabem o que é mover um ravioli dentro de um organograma.
Além disso, isso nos permitiu avançar com a eliminação de impostos, como o imposto PAIS, as retenções às economias regionais e diferentes cadeias produtivas. Reduzimos também as percepções de IVA e de Ganhos sobre importações de bens básicos, tarifas para roupas, tecidos, eletrodomésticos, pneus, motos, insumos industriais, fertilizantes, herbicidas e produtos eletrônicos.
Reduzimos impostos internos sobre carros e motos, tarifas para carros híbridos e elétricos, tarifas para celulares e impostos internos, a produtos eletrônicos e o imposto interno sobre seguros. Agora só falta que as províncias e os municípios façam sua parte, para o qual facilitamos uma ferramenta para denunciar taxas excessivas, checando em uma página.
Além disso, acabamos de aprovar o RIMI, para meias investimentos, que potencializará a expansão de grande parte das PMEs do país, permitindo-lhes amortizar rapidamente a compra de bens de capital. Esta medida foi aprovada como parte da reforma trabalhista, que modernizará pela primeira vez em mais de 50 anos a regulamentação trabalhista em nosso país, de acordo com o dinamismo do presente.
Na área da Justiça, promulgamos a Lei de Reincidência e Reiterância, a Lei de Julgamento à Revelia, e nas últimas semanas enviamos novamente ao Congresso o projeto de lei do novo Regime Penal Juvenil. Ao mesmo tempo, conseguimos implementar o sistema acusatório em 65% do país e estamos no caminho de implementá-lo em todo o território. Tudo isso fizemos com o fim de recuperar o império da lei e melhorar os tempos da Justiça, dado que uma Justiça que demora anos, de justa não tem nada.
Em definitiva, tudo isso foi um esforço coordenado das múltiplas áreas para evitar a catástrofe. E foi graças a eliminar o déficit fiscal e a emissão monetária que conseguimos passar de uma inflação que fechou em 2023 acima de 200% e viajava a uma velocidade de 17.000% anualizada, para uma inflação que terminou em 2025 em torno de 30%.
E tudo isso sem enviar a economia a uma mega recessão, mas voltando a retomar o caminho do crescimento econômico. Assim, em 2024, e deixo claro para que vejam qual é o indicador que estou usando, a atividade econômica, medida pelo EMAE mensal dessazonalizado, cresceu 6,6% ponta a ponta, ou seja, dezembro de 2024 contra dezembro de 2023. Enquanto durante 2025 o crescimento foi de 3,3%, por isso faz dois anos seguidos que a economia cresce e acumula uma melhora de mais de 10%.
Ou seja, estamos saindo do buraco. E o que é mais importante, tudo isso conseguimos sem expropriações, nem default, nem hiperinflações, que teriam levado à pobreza 90% dos argentinos. Tudo isso foi apenas o resultado de enfrentar com seriedade e maturidade a gestão do Estado, respeitando os direitos de propriedade e devolvendo a liberdade aos argentinos.
Del Caño, se você fosse a representação dos trabalhadores, sabe que teríamos um problema muito grave, porque vocês não são mais que 5%.
O que acontece com você, Chilindrina troska? O que acontece com a Chilindrina troska? Porque eu não a consigo ouvir. Continue chorando, Chilindrina, vai.
Dito isso, não podemos fazer uma verdadeira descrição do estado da nação sem primeiro abordar as incertezas geradas por um setor da política - vocês -, seus sócios empresariais e midiáticos que se resistem à mudança e que durante o ano passado fizeram tudo o que podiam para derrubar este Governo. E falharam.
Ao conseguir sair da tempestade durante o primeiro ano, com um enorme sacrifício feito pela sociedade argentina, as condições estavam dadas para uma economia em que nosso país pudesse crescer fortemente, já que no início do ano a economia se expandia a uma taxa de 6% e acelerava rumo a 8%. No entanto, a oposição estava disposta a tudo para voltar ao poder, enquanto o Poder Executivo, pela primeira vez na história, entrava em um ano eleitoral ajustando a política fiscal e restringindo a monetária. A oposição decidiu usar todo tipo de recursos para destruir o plano econômico.
O primeiro ataque foi durante o mês de março, antes do acordo com o FMI, que causou um primeiro pico de incerteza que se traduziu na alta do Risco País, alta da taxa de juros, aumento da inflação e um estancamento do investimento. No entanto, superamos o embate e a taxa de inflação para o mês de maio caiu para 1,5%.
No entanto, nesse mês, após nossa vitória nas eleições da Cidade, começou a ser desencadeado um ataque sem precedentes na história argentina, que atingiu seu ponto mais alto após as eleições do mês de setembro na província de Buenos Aires; algo que, tanto para opositores quanto para aliados, digamos, fazia sonhar em abraçar a cadeira de Rivadavia.
Esse ataque coordenado entre o Congresso da Nação, sancionando leis irresponsáveis; alguns meios de comunicação, com operações e enganos de todo tipo para confundir o eleitorado; e alguns setores empresariais que apostavam em uma devaluação para se beneficiarem às custas dos pobres, gerou um nível de incerteza na sociedade poucas vezes visto, apenas comparável com o pânico do retorno ao Kirchnerismo em agosto de 2019 e a crise de 2001, onde a política não tinha problemas em jogar na rua um ou todos os mortos que fossem necessários para voltar ao poder.
Sem mais delongas, isso ficou claro nas declarações dos últimos dias por parte do Governador Quintela e da Senadora riojana María Florencia López, que são de vocês, golpistas. Aqueles que não só foram denunciados pelo Fiscal Stornelli, mas que ele mesmo reabriu a causa pelos fatos ocorridos em 2001. Esperamos que a Justiça avance não só sobre os possíveis atos de sedição, mas também sobre quem poderia ser seus beneficiários diretos e indiretos dessas ações.
Nesse contexto de incerteza política, disparou o Risco País, nunca melhor apelidado de risco kuka, o que derivou em uma queda da demanda por ativos denominados em pesos, assim enquanto se atacava o peso pelo equivalente a 50% de M2, ou seja, uns 41 bilhões de dólares. As taxas de juros voavam pelos ares, a atividade freou abruptamente e a queda da demanda transacional de pesos fez com que a taxa de inflação se acelerasse. É claro que essa aventura golpista não foi de graça. De acordo com nossas estimativas, perdemos dois pontos e meio de crescimento, ou seja, o risco kuka nos custou também 25 bilhões de dólares em termos de PIB.
Nesse contexto golpista. Sim, golpista, tivemos, graças ao nosso grande acerto em matéria de política externa, um aliado chave. Pela primeira vez na história, e fruto da relação especial que hoje caracteriza o vínculo entre os Estados Unidos e a Argentina, o governo de Donald Trump veio em ajuda ao nosso país. E essa ajuda não foi por questões econômicas, mas para nos defender contra o ataque desestabilizador dos representantes do antigo regime. Ou seja, vocês, os golpistas de sempre.
No entanto, não é que eu não tenha problema em aceitar os fatos como são; eu não brigo com os dados como vocês.
No entanto, foi impossível remediar de forma imediata todo o dano gerado. Um dano feito não ao governo, mas ao povo argentino, que teve que suportar mais uma vez as consequências prejudiciais da ambição de poder dos políticos. E, além disso, mesmo apesar dos ataques, conseguimos manter e aprofundar a redução da pobreza, passando de um nível herdado de 57%, após sincerar os preços que o governo anterior reprimia, para uma taxa em torno de 30% no que vai da nossa gestão. Obrigado, Ministra Pettovello.
Embora ainda estejamos longe do objetivo em termos de pobreza, esses dados nos enchem de orgulho e esperança. Mas quero dizer-lhes que este intervalo de miséria acabou: a miséria acabou. A sociedade se inoculou em 26 de outubro do ano passado.
Hoje, como demonstrou este período de sessões extraordinárias que terminou há alguns dias, no qual aprovamos algumas das reformas mais importantes das últimas décadas, temos o Congresso mais reformista da história, e a força suficiente para enfrentar qualquer golpe político que queiram levar a cabo os agentes da antiga mudança.
Além disso, antes de continuar com a lógica do discurso, quero agradecer à Câmara dos Deputados e ao Senado pelo enorme trabalho que fizeram, tanto os que nos acompanharam quanto os que sabotearam e querem afundar o país, porque sou Presidente para os 47,5 milhões de argentinos.
Por outro lado, hoje estamos à porta de um grande ressurgimento econômico. Mas crescer requer um conjunto de pré-requisitos fundamentais que devemos assegurar. O primeiro, e requisito fundamental, é garantir as condições macroeconômicas básicas, que foi a grande tarefa dos nossos primeiros dois anos de gestão. Para isso, nada mais importante do que continuar defendendo com unhas e dentes o equilíbrio fiscal e uma política monetária restritiva, que permita acabar de uma vez por todas com o flagelo da inflação.
A primeira permitirá continuar reduzindo o risco país, portanto a taxa em dólares; enquanto que a segunda possibilitará que a taxa nominal em pesos caia, ao mesmo tempo que reduz a distorção de preços relativos que a inflação causa. Note-se que isso resulta em uma melhor alocação de recursos e em uma baixa endógena na taxa de juros, que leva a maior acumulação de capital, maior produtividade, salários mais altos e menores níveis de pobreza e indigência.
Além disso, a redução dos gastos que possibilitou reduzir tanto os impostos explícitos quanto os implícitos, resulta em maior liberdade econômica e, portanto, maiores níveis de prosperidade.
Segundo: temos os impulsionadores do crescimento de longo prazo sustentados em três pilares simultâneos. O primeiro pilar é a desregulamentação da economia. Essa política de exterminar regulamentações não só é uma forma de restaurar o direito de propriedade, mas também libera rendimentos crescentes, que são a base do crescimento econômico. Se não assimilarmos este ponto, todo o resto será em vão.
O segundo pilar é o capital humano. A produtividade de uma nação e sua projeção para o futuro repousam nas costas de uma cidadania corretamente nutrida, educada e protegida. Sem alimento não há um desenvolvimento cognitivo adequado, não se pode educar e não se pode ser um participante ativo na economia. Por isso, as crianças são uma prioridade absoluta deste Governo.
Que paradoxal. Que paradoxal que nós que colocamos as crianças em primeiro lugar somos nós, quando eles, seu líder original, diziam que 'os privilegiados serão as crianças'. E o único que fizeram foi colocar sete em cada dez sob a pobreza.
O processo de descoberta e coordenação que leva ao crescimento econômico é incerto. Hoje não sabemos com certeza quais serão as indústrias do futuro em 10, 20 ou 50 anos. Por isso devemos contar com uma cidadania com capacidade de decidir por si mesma como ordenar suas capacidades físicas e mentais, e também devemos dar-lhe as ferramentas para poder tomar essas decisões.
Por último, o terceiro pilar do crescimento vem da mão da abertura comercial. Há quase um século, a Argentina está presa na armadilha do fetiche industrialista. Nos disseram que a única forma de gerar emprego era sustentar um esquema industrial fortemente subsidiado. Nos disseram que só podíamos crescer se vivêssemos com o que é nosso. Para ter esse relato, impediu-se ativamente o desenvolvimento do agro e das economias regionais com as retenções, enquanto se limitava o comércio com todo tipo de restrições às importações, que encareceram todos os insumos industriais locais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, não devemos deixar de somar uma carga tributária estratosférica, que tornou quase impossível qualquer tipo de investimento. No entanto, após décadas de proteção, obtivemos uma indústria pequena, cara, dependente do subsídio, e com salários em dólares raquíticos.
Primeiro os dados, poeta, primeiro os dados. Triplicamos o salário em dólares, poeta. Que festa faria Milton Friedman com esses cavernícolas, por Deus.
Não, isso vocês fazem, que pagam militantes.
À luz do debate que ocorreu nas últimas semanas. Quero tomar alguns minutos para deixar bem claro a posição do Governo e o que significa a ideia da moral como política de Estado.
Nesse sentido, não hesitei em apontar como ladrões um grupo de empresários locais, fruto de sua ação comercial. Isso é, se uma lei, tal como acontecia em Sodoma, permite roubar, o fato de que seja legal não o torna lícito. Assim, quando uma trama legal atenta contra o direito natural, ou seja, o direito à vida, à liberdade e à propriedade, onde o Estado se torna o principal violador do princípio da não agressão e das trocas livres, estamos diante de um marco legal ilegítimo. Obviamente que os empresários prebendários não podem comprar privilégios que os políticos corruptos, como vocês, não colocam à venda. Isso é, ambos são cúmplices da corrupção, e a maior responsabilidade recai sobre os políticos.
No entanto, a pergunta é muito simples: alguém quer continuar com um modelo empobrecedor onde apenas políticos corruptos e empresários amigos do poder ganham, às custas dos argentinos de bem? Entendo que para um punhado de corruptos a resposta é sim. É desnecessário dizer que para este Governo a resposta é não.
Se pensássemos em termos de utilitarismo político, a resposta seria clara, já que beneficiar um punhado de pessoas prejudicando quase 48 milhões de argentinos, a conta deveria ser clara. Por isso, surpreende a defesa acalorada dos populistas em favor da proteção da indústria nacional subsidiada, a qual deixa claro que são cúmplices do saque aos argentinos. Muitos políticos, quando insultavam publicamente alguns dos industriais, faziam isso para negociar uma propina maior, não para rejeitá-la.
Ou acaso vocês acham normal pagar a tonelada de tubo de aço 4000 dólares, quando se paga 1400; e que se não se ceder a esse capricho, se ameaça com o pagamento antecipado de dividendos para tentar colocar em xeque o mercado de câmbio? Não, vocês são políticos corruptos que vendem favores a empresários corruptos, e vocês se beneficiavam, vocês e os empresários corruptos, às custas de todos os argentinos.
Ou acaso vocês acham certo pagar os pneus três ou quatro vezes mais caros, sob a extorsão de demitir 920 trabalhadores, enquanto se negocia a proteção para o setor do alumínio?
Ou acaso vocês acham certo pagar uma camiseta básica 50 dólares, quando a importada custa 5?
Obviamente, a resposta setorial não é tão simples. Fala-se de abertura indiscriminada, enquanto, ao olhar o coeficiente de abertura do comércio exterior, a Argentina é de longe o país mais fechado do mundo para seu nível de PIB. Vocês podem ver isso no que diz respeito ao Conselho de Maio. Não só isso: no ranking de abertura do Banco Mundial, a Argentina está na 178ª posição de 179 países. De que abertura indiscriminada vocês estão falando? Estão falando de defender os privilégios dos caçadores do zoológico.
Agora vamos passar à análise da eficiência econômica. Uma das grandes mentiras que nos foram inculcadas é que abrir a economia vai perder postos de trabalho. No caso argentino, apesar do que repetem os profissionais da mentira, durante nossa gestão não só não aumentou o desemprego, como isso aconteceu em um contexto onde aumentou a quantidade de pessoas que buscam trabalho.
A análise é muito simples: quando se abre a economia, isso permite aos consumidores o acesso a bens de melhor qualidade e a um preço mais baixo. Obviamente, se a empresa local não consegue competir, quebra e demite pessoas. No entanto, essa é apenas uma parte da história. A outra parte é que agora o consumidor economiza dinheiro ao comprar o bem importado e esse dinheiro será usado para comprar outros bens, gerando assim postos de trabalho em outro setor da economia, que é mais produtivo e, portanto, poderá pagar maiores salários.
Em definitiva, os salários sobem e os preços são mais baixos, consome-se mais e o bem-estar aumenta. Ganhamos 48 milhões de argentinos e perdem alguns poucos: os empresários ineficientes e os políticos corruptos. Exceto para este grupo de poder, o restante, todos ganham.
Finalmente, há a dimensão mais importante, que é a dimensão moral. O problema com a proteção, com as benesses e a corrupção estatal, é que é errado. Restringir a liberdade e roubar é errado. Restringir o comércio é cercear a liberdade de dispor do dinheiro que uma pessoa conquistou com o suor do seu rosto. Além disso, a restrição comercial permite que se pague um preço muito mais alto que o de mercado de forma abusiva; e dado que isso é possível pela ação violenta do Estado, isso constitui um roubo. É mais, o fato de ser legal não faz com que seja legítimo; pelo contrário, faz do político um traidor da pátria. É mais, se o político recebe propinas por conceder tal privilégio, isso implica um caso de corrupção. Caso contrário, vão e revisem os processos da chefe da quadrilha.
Portanto, nossa proposta de abertura comercial se baseia em um fundamento moral que aponta que cercear a liberdade é errado, roubar é errado e a corrupção é errada. Além disso, nossa política promove a eficiência, o que implica maiores salários e preços mais baixos, mais consumo tanto presente quanto futuro e, portanto, maior bem-estar. Finalmente, e como se tudo isso não fosse suficiente, melhoram as condições de vida de quase 48 milhões de seres humanos e só perdem os ineficientes e os criminosos. Por isso, isso demonstra não apenas a superioridade de nossas políticas, mas também o princípio de revelação nos mostra quem são os inimigos dos argentinos.
Agora, aplicando essa heurística moral, que é a que orienta nossa ação, e tendo clareza sobre quais são os três requisitos que uma economia precisa para crescer, temos uma oportunidade realmente histórica diante de nós neste ano de 2026, que traz consigo uma mudança de perspectiva para aqueles que governamos.
O sucesso de um plano de estabilização é medido em meses e até anos, mas as políticas de Estado que a Argentina precisa são medidas em décadas. Esse é o horizonte que nos cabe mirar hoje. É hora de voltar a abraçar a moral como política de Estado, já que foi isso que nos fez grandes no final do século XIX e que nos fará grandes novamente.
O mandato que a sociedade nos deu não pode ser mais claro. Nunca o Congresso da Nação teve uma composição tão reformista como esta. Há 100 anos, nosso país carrega com falsos consensos e fórmulas que nos levaram de ser um país próspero a um país pobre, e nos deixaram em dezembro de 2023 à beira da pior crise de nossa história. Dedicaremos este ano a examinar a organização jurídica e institucional que nos trouxe até aqui e a construir uma nova arquitetura; a arquitetura que terá o Estado argentino nos próximos 50 anos, tendo a moral ocidental como política de estado.
É a hora da visão, é a hora de pensar como Nação e não apenas como Governo. É hora de abraçar políticas de Estado pela primeira vez em um século e que essas políticas devolvam aos argentinos de pé a capacidade de sonhar com um futuro melhor para eles e para seus filhos. É nossa verdadeira tarefa e nosso verdadeiro mandato.
Os governos passados destruíram o respeito à propriedade privada em nosso país. Mas a propriedade é a pedra angular de toda a economia, e por isso aprofundaremos nas reformas necessárias para salvaguardá-la. Assim, vamos combater essa anomia com a reforma do Código Civil e Comercial, o Código Processual Civil e Comercial, e um pacote de leis destinado a proteger os direitos fundamentais dos argentinos daqueles que só sabem viver do alheio; incluindo a codificação que estabelece a defesa do consumidor e da concorrência.
Além disso, enviaremos ao Congresso projetos que derrubarão uma montanha de cadeias regulatórias e darão liberdade à investimento em indústrias hoje mortas, para que possam produzir, inovar e gerar emprego.
Mas isso não é o suficiente. Também precisamos reformar nosso esquema tributário. Como tantas vezes dissemos, precisamos de menores impostos, porque o sistema tributário deve servir ao crescimento; não ao arrecadador de turno. Para galvanizar todas essas reformas, vamos continuar aprofundando em matéria de abertura econômica e de acordos comerciais. Ratificaremos o acordo com os Estados Unidos, assim como fizemos com a União Europeia. Reformaremos o Código Aduaneiro para adequá-lo aos nossos novos desafios. E também nos integraremos aos tratados internacionais necessários, porque devemos sentar à mesa do comércio internacional, até sermos tão relevantes que nossos interesses não possam ser desconsiderados.
E essa relevância provém da exploração de nossos recursos. É assim que vamos buscar remover as barreiras legais que se interponham entre a sociedade e sua riqueza. Vamos construir um marco legal robusto que permita o desenvolvimento primário para benefício de todos os argentinos, com precauções, mas longe de preconceitos ambientalistas absurdos. Refiro-me a todos os recursos: aos minerais críticos como o cobre e o lítio, à pesca e à agricultura, aos hidrocarbonetos convencionais e não convencionais, às economias regionais e ao setor agropecuário.
Como a política e as instituições são as colunas vertebrais do crescimento, devemos reformá-las para que suportem o peso desse futuro. Por tempo demais, a política foi usada para tecer uma espécie de máfia, unida por uma solidariedade predatória com o propósito comum de viver do que produz. É isso que vocês fazem. Chamam isso de justiça social, viver do trabalho alheio.
Isso inclui desde meios de comunicação até funcionários públicos, passando por empresas e até o futebol. A política, para nós, deve ser novamente colocada a serviço da sociedade. Por isso, precisamos reformar integralmente nosso sistema eleitoral, para que os representantes sejam responsáveis perante seus representados. E isso implica também reformar como se financiam os partidos políticos, para proporcionar transparência às relações entre o empresariado e a política.
Esse é o caminho para eliminar a influência das máfias e do narcotráfico nos assuntos do Estado. E isso também se aplica à promiscuidade histórica entre a política e a Justiça. A Justiça está paralisada porque foi capturada por disputas políticas alheias ao seu propósito original. Por isso, apresentaremos projetos que voltem a fazer do Poder Judiciário uma ferramenta democrática, republicana, ágil, rápida, eficaz, e acima de tudo justa.
No fundo, a única forma infalível de evitar os principais custos da promiscuidade, do clientelismo e da corrupção no Estado é reduzi-lo. O Estado presente, que pretende se responsabilizar por todos os aspectos da vida, falhou. Por isso, precisamos de um Estado ágil, dedicado a algumas poucas funções essenciais, sintetizadas na defesa da vida, da liberdade e da propriedade privada, sem descuidar dos elementos da estrutura atual, amparado no que definimos, como dizia Ayn Rand, a ética da emergência.
E para defender esses valores, devemos aprofundar nas reformas de segurança, devemos avançar sem pruridos na modificação do Código Penal, introduzindo penas mais duras e com maior cobertura de prisão efetiva. Em definitiva, para podermos continuar avançando em nossa consigna: quem faz, paga.
Quanto à Justiça, também deve ser transformada. Já implementamos o sistema acusatório em 65% do país, aumentando a agilidade das causas federais. Julgamentos que antes levavam anos, hoje se definem em dias; e até o final do ano estará implementado na grande maioria do país. Agora, precisamos impulsionar os julgamentos por júri na Justiça Federal, prática saudável que já foi incorporada por várias províncias. É saudável porque, como dizia Tocqueville, participar de um júri é uma escola prática de responsabilidade cidadã e respeito pela lei. Também é uma forma de submeter os juízes ao escrutínio público e ao padrão que isso implica.
Na área de capital humano, precisamos reformar a educação inicial, primária e secundária. Todos sabemos quão baixa caiu a qualidade de nosso sistema educacional; as estatísticas são esmagadoras. Por isso, durante nosso Governo, a escola servirá a seu propósito original: dar as ferramentas a nossas crianças para que possam buscar um futuro melhor, não para doutriná-las.
Tampouco podemos ser um país indefeso diante de ameaças externas, em um mundo que exige cada vez mais preparação. Por isso, continuaremos fortalecendo nossas Forças Armadas e elevando nossa capacidade de defesa até os padrões que o contexto geopolítico demanda.
Nesse sentido, já iniciamos um processo sustentado e responsável de recuperação e modernização do instrumento militar. Depois de décadas de adiamentos, realizamos uma modernização histórica do equipamento militar, através da incorporação de 24 aeronaves F-16, helicópteros de montanha e veículos Strikers, entre outros. Um sistema de defesa adequado à ameaça presente é o escudo que a prosperidade que vamos construir como nação precisa. Muito obrigado, hoje deputado Petri.
Essas reformas radicais do Estado não são opcionais. Hoje está se configurando uma nova ordem mundial, e a forma como nos inserirmos nela determinará o destino do nosso país. Vai, vai defender Cuba, Coreia do Norte e todos os comunistas assassinos que mataram 150 milhões de seres humanos. Vai.
A era da cooperação global sem bússola moral terminou. Entramos em uma nova era de grandes nações que competem para garantir cadeias de valor verticais. E neste mundo, cada vez mais, as águas dividirão as nações livres e as nações submissas.
Tempos de mudança requerem um diagnóstico correto, uma bússola moral calibrada e a coragem para agir. Sem moral, você acaba fazendo causa comum com ditaduras; sem perícia, acaba indo contra a história. Isso não pode nos acontecer novamente.
Neste novo mundo, os dois capitais mais importantes que uma Nação pode ter são seus recursos e sua localização. A Argentina tem os dois. Mas nossa vantagem não é apenas de recursos. É de acoplamento. Quando falo de capital humano, falo das pessoas. Você não pode ser tão, tão ignorante. Sua ignorância machuca. Não, isso nunca ouvi. Desculpe, Gary Becker, desculpe se ouviu o que essa senhora disse.
Temos os minerais críticos que o Ocidente precisa, temos energia: gás, petróleo, energia nuclear e energia renovável para abastecer cadeias de produção em escala. Temos terra, água e capacidade agroindustrial para garantir a segurança alimentar do hemisfério. E temos a localização: o extremo sul do continente, com acesso aos dois oceanos e presença na Antártida. Somos um elo natural da cadeia de valor estratégica do Ocidente.
Não, claro. Vocês que se entregavam a Venezuela e que se entregavam aos terroristas do Irã, que nos meteram duas bombas. Vai. Onde a corrupta ainda assinou um Memorando. E venha me explicar o que aconteceu com Nisman. Vai. Manga de assassinos e ladrões.
Como Governo, tivemos um grande acerto: fomos os primeiros da região a plantar bandeira. A Argentina já deixou passar duas vezes o trem da história. Na Segunda Guerra Mundial, nossa neutralidade nos custou décadas de marginalidade; com o não ao ALCA, ficamos de fora do maior ciclo de expansão econômica na história humana. Enquanto isso, implementamos o regime mais anti-exportador do planeta. Hoje temos 30% de comércio exterior sobre o PIB, quando deveríamos ter um do triplo, cerca de 93%. Esses são números de vergonha, e não pode nos acontecer novamente.
Isso se aplica também em defesa. O Atlântico Sul é o terreno de disputa estratégica das próximas décadas: rotas comerciais, recursos naturais, soberania marítima e a presença crescente de atores que não compartilham nossos valores. Quem controla isso, controlará uma parte chave do trabalho global. A Argentina tem que ser esse ator. Os F-16 já estão vigiando nosso espaço aéreo, e enviaremos um pacote de leis para fortalecer a coordenação entre forças de segurança e inteligência.
Mas tudo isso requer uma aliança estratégica duradoura. E isso é o que estamos construindo com os Estados Unidos da América. Isso não é apenas um acordo entre o Presidente Trump e o Presidente Milei. Tem a ver com a afinidade cultural e objetivos estratégicos entre os dois países e toda a região. É isso que nos permitiu renegociar com o Fundo Monetário Internacional, salvar uma crise cambial, aumentar nosso comércio exterior e impulsionar a onda de investimento estrangeiro mais importante da nossa história.
É hora de transformar isso em uma política de Estado. Temos que criar o século das Américas: Make Americas Great Again, do Alasca à Terra do Fogo. Vamos fazer a Argentina e a América grandes novamente.
E como a grandeza requer tempo para se tornar realidade, agora quero antecipar como será o país para o qual já estamos indo. A Argentina está passando por vários processos virtuosos. O primeiro é a energia. No ano passado, exportamos 80 bilhões de dólares no total. Em 5 anos. O qual pagava o triplo e levava a diferença, manga de corruptos.
Por isso defendem tanto a Piedrita, né? Por isso defendem tanto o Chatarrín dos tubinhos caros, né? Se não tivessem estado vocês quebrando tudo, seríamos um país grande, que chegamos a ser no final do século XIX.
Assim, em cinco anos, o complexo energético por si só estará exportando cerca de 50 bilhões de dólares. Isso não é uma esperança, já é uma realidade. O Grande Neuquén, em poucos anos, será outra das metrópoles argentinas. E quero lhes dizer que já muitas outras cidades têm o mesmo potencial. A mineração se expandirá por toda a Cordilheira, gerando centenas de milhares de postos de trabalho.
De fato, se não fosse por cavernícolas como vocês, e fizéssemos as coisas, não como uma grande façanha, mas como faz o Chile, a cordilheira nos daria 1.000.000 de postos de trabalho reais; não coisas inventadas no setor público para tapar as atrocidades em matéria de emprego.
Quero argentinos produzindo, não argentinos parasitas.
Mas esse boom não é apenas uma notícia para o setor energético. É a base de uma realização nunca antes vista. A energia barata é o insumo transversal que muda a equação da localização industrial. Onde há energia abundante e barata, se instala a indústria pesada. Veremos crescer a petroquímica, a siderúrgica, o alumínio --mas não o do engano--, a produção de hidrogênio, o processamento de lítio e minerais críticos. E veremos data centers e capacidade de computação se instalando na Patagônia, onde o frio natural e a energia impõem e criam condições únicas para a infraestrutura da Inteligência Artificial. Digo, à parte do enorme capital humano que temos para responder a essa demanda.
Muitos temem que na Argentina do amanhã falte trabalho, mas nós não. Todas essas novas indústrias vão suprir com folga a demanda de trabalho retirada pelas velhas indústrias, e com muitos melhores salários.
Se ao menos revissem a obra de Adam Smith, saberiam que a divisão do trabalho é determinada pelo tamanho do mercado. Se internaliza, de uma vez por todas, a restrição orçamentária: entenderão que há um limite financeiro ao investimento. E se, por acaso, um delirante achar que pode financiar emitindo dinheiro, chocaria com a restrição física de que os seres humanos só dispomos de 24 horas por dia, o que torna sem sentido os cenários apocalípticos.
Não gostam de Smith, não gostam do argumento sobre o ódio à máquina de Henry Hasting, que está na economia, em uma lição que destrói a falácia ludita que vocês saúdam e adoram.
Odiei Bastian? Não se preocupem: vejam os números e perceberão que se o progresso técnico geral gerasse desemprego, essa lógica, após a Revolução Industrial, implicaria que o desemprego no mundo seria de 90%. Vejam os dados e verão que não há apocalipse.
Vou lhes explicar de forma simples: a partir da Revolução Industrial, a população se multiplicou por 10 no planeta. Se o que dizem as bestas ignorantes que estão aqui tivesse razão, não teria sido criado um único posto de trabalho a mais. Então, teriam ficado em empregos, pelo menos, como muito, desse 10% da população; portanto, haveria um desemprego de 90% e vocês estariam ao dobrar os votos à representação que aspiram.
E tudo isso seria acompanhado pela privatização do nosso sistema de ferrovias de carga. Em um ano teremos toda a rede passando pela sua maior modernização em mais de um século. O setor agropecuário também terá sua revolução. Estamos em condições de produzir 300 milhões de toneladas de grãos, dobrando a produção atual. Para isso, daremos um regime de direito de propriedade aos inovadores em sementes; continuaremos o caminho de redução de retenciones de forma responsável, e somente na medida em que o superávit fiscal permitir.
E o regime de incentivo para médias investimentos catalisará um torrente de bens de capital e sistemas de irrigação. Não podemos aceitar que nossas produtividades em Chaco sejam de 600 quilos de algodão por hectare, quando no Brasil são de 1.400. Também não podemos permitir que o Brasil triplique sua produção de soja usando sementes com tecnologia argentina, feitas por empresas argentinas, que não podem ser vendidas na Argentina.
Impulsionado por esses setores, o setor financeiro se expandirá, que ajudado pela Lei de inocência fiscal começa a trilhar o caminho para quintuplicar seu tamanho. Produto de todos esses processos virtuosos, será gerado um novo sentido de orgulho nacional, sustentado no que os argentinos podem fazer; não no que os políticos dizem que o Estado deve fazer.
(gritos) ¡Qué paciencia que tenés! ¿Con qué creés que van a funcionar los data centers? Não pode ser que sejam tão burros.
Este país já está se construindo, apesar do alvoroço daquela parte da política que pretende detê-lo. Por isso, o que determinará nossa agenda parlamentar é quão rápido vamos e quão longe chegamos. Temos as forças e as ideias para mudar o país de forma definitiva, e a convicção e a tenacidade para fazer com que se concretizem. Temos o apoio de um povo que esta câmara não fez mais do que falhar, e a cada eleição demonstra que não quer tentar nenhuma de suas vetustas ideias. Mas ao mesmo tempo, também temos um adversário desonesto --estou falando de vocês--, um adversário que vai romper todas as regras que ele mesmo criou, para deter essa mudança de era.
Por sua vez, informo que cada um dos ministérios preparou 10 pacotes de reformas estruturais, por isso todos os meses apresentaremos um pacote de projetos a serem tratados por este Congresso, correspondentes às verticais de mudança que explicamos hoje. Isso constituirá o ano calendário da reforma: nove meses ininterruptos de reformas estruturais que vão redesenhar a arquitetura institucional da Nova Argentina.
Alguns dirão que 90 pacotes de reformas estruturais em um ano são excessivos, dictatoriais, ou o que for. Frente a isso, quero ressaltar o seguinte: nossa ambição reformista não pode ser entendida como uma tentativa de acumular poder. Não é, nem nunca será, um “vamos por tudo”.
Porque precisamente a receita que a Argentina precisa para prosperar é a redução do tamanho do Estado, o que significa uma redução do poder do político, seja quem for o político. Dissemos sempre e toca repetir agora: não pedimos o voto ao povo para que nos dê o poder a nós, mas sim para devolver o poder a eles. É momento de nos tornarmos uma nação madura.
Quero agora ler algumas palavras que me enviou, no dia de ontem, outro dos maiores economistas do planeta, o professor Jesús Huerta de Soto: "Há momentos na história em que uma Nação deve escolher seu futuro. Nos disseram que o Estado é nosso protetor, que o burocrata é nosso salvador e que o político sabe mais do que o homem livre; que devemos obedecer, que devemos depender. Mas a verdade é outra: o mundo só tem dois tipos de pessoas. Aqueles que vivem do que outros produzem, ou seja, os parasitas — ou seja, vocês —, e aqueles que produzem tudo o que possibilita a vida moderna. Enquanto vocês redigem regulações, nós criamos riqueza; enquanto vocês prometem igualdade, nós geramos prosperidade; enquanto vocês repartem pobreza, nós multiplicamos a abundância."
A verdadeira batalha do nosso tempo é cultural, filosófica e moral. É escolher o sistema que tirou da pobreza milhões. É para deixar de ser uma Nação imatura, que dilapida o futuro para repartir benefícios no presente; e nos tornarmos uma nação madura, que planeja as regras do jogo para que haja presente e futuro; e para que cada cidadão possa escolher livremente seu próprio destino. Não que um burocrata ignorante, fatalmente arrogante, queira determiná-lo.
É momento de criar a arquitetura institucional e jurídica para os próximos 50 anos, essas novas regras de jogo que deixarão no passado, de uma vez por todas, o processo esquecível que foi nosso último século de história. Nosso país está saindo da adolescência e entrando na maioridade, e por isso consagramos este ano como o Ano da Grandeza Argentina.
Esta é a proposta para este Congresso: legislar à altura da grandeza argentina. Nós faremos nossa parte e vocês deverão fazer a de vocês. Como diz nosso queridíssimo Ministro da Economia, "há momentos na história, em que a história muda". Este é esse momento. Nós, os que estamos aqui sentados, hoje somos protagonistas deste momento.
Convido vocês a pensar em seus nomes gravados em pedra, como aquela geração que mudou o destino de nossa pátria. Com estas palavras, dou por inaugurado o período de sessões ordinárias número 144 do Honorable Congresso da Nação.
Muito obrigado a todos. Que Deus abençoe os argentinos, que a força do céu nos acompanhe e ¡viva la libertad, carajo! (viva a liberdade, caramba!) ¡Viva la libertad, carajo! (viva a liberdade, caramba!) ¡Viva la libertad, carajo! (viva a liberdade, caramba!) Façamos a Argentina grande novamente. Muito obrigado.
Discurso del Presidente de la Nación, Javier Milei, en la apertura del 144° período de Sesiones Ordinarias del Congreso de la Nación
Diputados y senadores del Congreso de la Nación, gobernadores, ministros de la Corte Suprema de Justicia, embajadores, estimados miembros del Gabinete nacional, y a todos los argentinos que nos están escuchando desde su hogar, buenas noches.
Además, quiero hacer un saludo muy especial porque hoy, en esta casa, nos honra el máximo representante de la historia del liberalismo argentino, el Doctor Alberto Benegas Lynch (h). Gracias, profe, gracias.
Hoy estamos aquí reunidos en cumplimiento del artículo 99 de la Constitución Nacional, para dar cuenta del estado de la Nación e iniciar un nuevo periodo de sesiones ordinarias de este Honorable Congreso Nacional. Siendo la tercera inauguración de sesiones ordinarias de nuestro mandato, me gustaría invitarlos a todos a hacer memoria de dónde venimos y así poder entender a dónde vamos y por qué este año en el Congreso será tan importante.
Hace tan solo dos años, la Argentina estaba en una situación de crisis terminal; la continuidad misma de nuestra Unión como país estaba en juego. La herencia nos mostraba la combinación de las tres peores crisis de la historia argentina: un desequilibrio monetario que duplicaba el de la previa al Rodrigazo de 1975, durante el gobierno de Isabel Perón; un Banco Central en quiebra, aún en peor estado que el que tenía Raúl Alfonsín previo a la hiperinflación de 1989; y, como si todo esto fuera poco, indicadores sociales peores a los de 2001. Un combo que nos hubiera convertido en Venezuela.
Esto es, hace dos años estábamos atrapados sin salida, en un eterno presente que destruía nuestra fe y la de nuestros hijos. Hace dos años estábamos resignados a repetir siempre los mismos errores por la codicia, la impericia y cobardía de nuestros políticos de siempre. Esos que siempre tienen la fórmula para erradicar todos los males y que siempre fracasaron. Sin embargo, hoy volvemos a mirar al futuro con esperanza. Hoy sabemos que hay un camino hacia adelante y sabemos que es posible tomarlo.
Hoy estamos haciendo cosas que llevaban décadas pendientes. Hoy no solo hemos dejado de sentirnos como unos perdedores, sino que además sabemos que podemos hacer a la Argentina grande nuevamente.
Hoy, tan solo en unas pocas semanas, en lo que ha sido uno de los períodos de sesiones extraordinarias más productivos de nuestra historia y cumpliendo con todas las promesas de campañas hechas en 2025, podemos decir: uno, hemos aprobado el primer presupuesto sin déficit fiscal, libre de default en 100 años. Esto es: se terminó con el endeudamiento inmoral que le pasaba la cuenta de nuestras fiestas a generaciones futuras sin posibilidad de que se defiendan con el voto.
Terminamos con la emisión monetaria que se usaba para financiar el descalabro fiscal y cuyo resultado era una inflación creciente que golpeaba sobre los más vulnerables. Y todo esto no solo lo hicimos sin subir impuestos, sino que además los bajamos por el equivalente de dos puntos y medio del PBI, y esto lo hicimos así porque no solo creemos que los impuestos son un robo, sino porque además el ajuste tenía que hacerlo la política.
Ustedes también podrían gritar, porque soy Presidente de ustedes, aunque no les guste.
Dos. Sancionamos la ley de inocencia fiscal. No, ustedes no pueden aplaudir porque se les escapan las manos los bolsillos ajenos.
Dale, sigan con las operaciones que después los voy a ir a buscar cuando se caigan en la Justicia por mentirosos. Dale. Dos: sancionamos la Ley de Inocencia Fiscal, donde después de años de saqueo de la política, donde el pagador de impuestos era culpable hasta que se demostrara lo contrario, hoy hemos revertido esa atrocidad y los argentinos han vuelto a ser inocentes hasta que se demuestre lo contrario.
Tres: reformamos la Ley Penal Juvenil, modificando así un régimen penal obsoleto que tenía ya 45 años de antigüedad, porque, tal como lo hemos dicho antes de ser gobierno y lo hemos llevado a cabo en los hechos con la Doctora Patricia Bullrich, antes Ministra de Seguridad y ahora senadora: el que las hace, las paga.
Esto es así porque sin orden y sin justicia no hay futuro posible. Nadie puede pensar en edificar su futuro si no se respeta la ley, la libertad y la propiedad.
A ver, a ver, ignorantes: la justicia social es un robo, implica un trato desigual frente a la ley y está precedido de un robo, manga de ladrones. Delincuentes. Por eso tienen a la suya presa.
Además, cuatro: aprobamos la ley… Sí, sigan con las operetas, que la gente sabe, digamos saben que son unos mentirosos. Saben que los audios son falsos, saben que el que declaró ya dijo que era mentira, pero sigan así ustedes, mintiendo a la gente. Sigan mintiendo a la gente con situaciones que no tienen además los crudos, vamos, sigan mintiendo. Manga de ladrones, manga de chorros, por eso tienen a su líder presa. Y va a seguir presa por la causa de los cuadernos, va a seguir presa por el Memorándum de Irán, va a seguir presa por lo que hizo con Vialidad, porque es una chorra, porque fueron los más chorros de la historia.
Cuatro: aprobamos la Ley de Modernización Laboral, una ley que viene a barrer con un delirio sancionado hace 50 años, inspirado en ideas cavernícolas de hace 80 años, y que dejó a la mitad de los trabajadores en el mercado informal. Esto es, los campeones de los derechos de los trabajadores dejaron sin ningún tipo de derecho a la mitad de los trabajadores.
Y eso, al margen de que se fueron de su último gobierno con una situación en la que el 30 % de los trabajadores formales eran pobres. Además, esta ley permitirá que el mercado de trabajo pueda estar en línea con una economía que está siendo testigo de la mayor transformación de la historia.
Qué alergia le tienen a los datos. El desempleo bajó. Dedícate a recitar poemas y a hablar de los datos no, porque de eso no sabes nada.
Qué interesante que en el Congreso me encuentre con parte de mi banda de rock, la banda presidencial. ¿Cómo es? Deja de mirarte al espejo, Martínez, los chorros son ustedes.
Che, así que un fracasado llegó a Presidente… ¡Qué interesante!
Por último, esta semana nos convertimos en el primer país de la región en promulgar el acuerdo Mercosur–Unión Europea. Detrás de este avance se encuentra nuestra convicción de que el comercio, por su efecto en la competencia, deriva en una elevación de la calidad de vida, ya que es lo que nos permite acceder a bienes de mayor calidad a un mejor precio.
Además, logramos un acuerdo comercial con Estados Unidos luego de 21 años de aquel famoso autosabotaje que trágicamente ha sido festejado por nuestra dirigencia. Aún resuena en nuestras mentes la voz de Hugo Chávez diciendo: “ALCA, ALCA, al carajo”, y después nos quieren convencer de que no nos llevan a Cuba, camino a ser Venezuela, también en el medio.
Por eso, luego de décadas perdidas y generaciones que han visto cómo sus hijos vivían cada vez peor, hemos venido a determinar que esta miseria decadente se terminó. A partir de ahora y por voluntad de los argentinos que así lo expresaron en las urnas, tenemos la fuerza para empezar un nuevo capítulo de la historia argentina.
Un cambio de época que puede resumirse en un concepto central, que es el que guía nuestra conducta y que es el núcleo conceptual de lo que quiero hablarles hoy aquí, en esta apertura de un nuevo período de sesiones ordinarias de nuestro Congreso Nacional: la moral como política de Estado.
Quiero ser claro en esto: en nuestra visión existe un claro orden de mérito. Dale, los fascistas son socialistas que entendieron que el camino no era la violencia. Por lo menos sé menos bruto y andá a estudiar.
Es más, en un libro que se llama La doctrina del Fascismo, estos personajes siniestros decían: “Nada fuera del Estado, todo dentro del Estado y nada contra el Estado”. ¿Qué tiene que ver eso conmigo? Tiene que ver con ustedes, que estaban inspirados en un fascista. Primero, agarrá los libros, después decime todo lo que quieras.
Quiero ser claro en esto: en nuestra visión existe un claro orden de mérito. En primer lugar, están la ética y la moral en base a los valores de Occidente. Esto es, la filosofía griega, el derecho romano, la rectitud de los estoicos y los valores judeocristianos.
De modo tal que cada una de nuestras acciones sea, sobre todo, justa en el sentido de Ulpiano. Esto es: la justicia es la constante y persistente voluntad de otorgar a cada cual su derecho; esto es, la intención de dar a cada uno lo que es suyo, lo que corresponde bajo los preceptos del derecho, que son el de vivir honestamente, sin causar daño a nadie.
En segundo lugar, ubicamos la eficiencia económica. En segundo lugar, ubicamos la eficiencia económica. Y, por último, en tercer lugar, el utilitarismo político. En este sentido, cuando una política es justa, estos tres elementos estarán alineados; mientras que cuando estén en tensión, eso será una muestra de que dicha política es injusta.
Pero este cambio radical no ocurre en el vacío. No tomamos las riendas del país en condiciones normales, sino que tuvimos que encarar la estabilización de una sociedad al borde de la destrucción. Nuestra moneda nacional había sido destrozada por la emisión desenfrenada de dinero y un extenso historial de defaults soberanos. La falta de inversión, producto de la inestabilidad y la inseguridad jurídica, destruía empresas y puestos de trabajo todos los años.
No, de vuelta, aprendan, vayan, miren los números. Yo entiendo que ustedes suman con dificultad, pero hoy vayan y miren los números.
Les cuento que la tasa de desempleo cayó a pesar de que aumentó la oferta; quiere decir que aumentaron los puestos de trabajo más de lo que aumentó la oferta.
Pero, de vuelta, sería divertido poder debatir con ustedes, si supieran algo. Pero ¿qué puedo esperar de ustedes? que en el último gobierno emitieron 28 puntos del PBI; tres en el último año para ganar una elección.
A su vez, la pobreza y la doctrina Eugenio Zaffaroni, impulsada por el Kirchnerismo, hicieron de nuestras calles un baño de sangre, y la pobreza no paraba de crecer, aunque se la intentara maquillar con planes sociales y empleo público, que nos hacía más empeorar el problema. Esto es: recibimos un Estado fallido en todos los ámbitos.
El crimen y los homicidios venían aumentando y las calles eran tierra de nadie en los barrios y de los piqueteros en las ciudades. Para agravar la situación, estos piquetes eran financiados con dinero de asistencia social que debía destinarse a los más necesitados.
Nuestras fronteras eran un colador, lo que servía como caldo de cultivo perfecto para que el narcotráfico irrumpiera en nuestra sociedad, tal como sucedió en Rosario. Como país, no sabíamos quién entraba, no sabíamos quién salía, y por eso entraban los peores y se iban nuestros jóvenes.
En materia de Capital Humano, teníamos una pobreza camuflada con controles de precios del 57%, con siete de cada diez chicos pobres, y una gran mayoría de egresados escolares que no sabían leer o escribir, ni hacer cuentas matemáticas simples, en el mundo en el que avanza todos los días a pasos agigantados la Inteligencia Artificial.
El Estado y las empresas estatales eran utilizados como aguantaderos de militantes cuya finalidad no era otra que la de camuflar la incapacidad de crear puestos de trabajo genuinos, producto de la alta presión tributaria y una ley laboral anacrónica.
Fruto de esto, la gran mayoría de empresas estatales eran deficitarias y debían ser sostenidas con impuestos y emisión monetaria. También el Estado estaba tomado por una telaraña inescrutable de regulaciones, que sofocaban el libre mercado; y detrás de cada una de ellas, había alguien robándole al argentino con sobrecostos, servicios forzados o multas irrisorias. Algunos casos tan alevosos como el sistema de licencias para importación, a través del cual los amigos del poder podían tener un negocio rentable importando al tipo de cambio oficial y vendiendo al paralelo.
Es por eso que no sorprende que haya personas siniestras, y algunos de ellos golpistas, que, en nombre de la defensa de la industria nacional, bajo la pátina de un nacionalismo de pacotilla, defiendan el proteccionismo y el control de capitales, con su consecuente brecha cambiaria. Esto es, abrazar la bandera argentina con la única intención de robar a los argentinos de bien.
Teníamos una justicia estancada por su excesiva politización, con vacantes en una enorme cantidad de juzgados federales y causas dormidas desde hace años. La política, desentendida de todo esto, seguía gastando como si no hubiera mañana para asegurarle cargos a sus amigos. Esto llegó al pico de la locura con los 18 ministerios con los que contaba el gobierno anterior, cuando se fueron, porque antes habían tenido 23. Bien de comunista.
Y en materia internacional, toda esta estructura política no sirvió para tener relación comercial alguna que le abra mercados a los argentinos. Estábamos aislados, solos y temerosos del resto del mundo; y por eso nuestra economía era pobre y frágil. Y como si todo esto no fuera suficiente, el fisco perseguía a todos y cada uno de los argentinos de bien, como si fueran narcotraficantes, por hacer una transferencia o por querer comprar dólares, que hoy compran libremente.
Y la verdad es que podría quedarme hasta la inauguración del año que viene enumerando los sectores críticos que dejó la administración anterior, pero prefiero centrarme en lo que hemos hecho para solucionarlo y en lo que nos queda por hacer.
Había solo una forma de cortar el nudo gordiano que significaba este desastre heredado, y era estabilizando la economía. El aspecto más urgente era el descalabro inflacionario que nos tenía a las puertas de una hiperinflación, y la raíz de la inflación es la emisión monetaria que derivaba del déficit fiscal. Por eso, en nuestro primer mes eliminamos un déficit fiscal del 5 % del PBI de una sola tajada. Muchísimas gracias al mejor Ministro de Economía del mundo, dos veces seguidas, Toto Caputo. Gracias.
Además, esto no lo hicimos aumentando impuestos, como siempre sugieren los populistas, sino recortando el gasto. Durante 2024 redujimos en un 30% el gasto primario del Estado Nacional en términos reales. Desde el lado del Banco Central, nos concentramos en recomponer su situación patrimonial, para que los pesos de los argentinos tengan respaldo. En esta línea, logramos eliminar en tan solo 6 meses el déficit cuasifiscal, que ascendía al 10% del PBI, y comenzamos el proceso de recomposición de reservas, a pesar de tener que pagar todo el año deuda en dólares cash por la falta de acceso a los mercados internacionales de crédito. Gracias Santiago Bausili, por salvarnos de la hiperinflación. Gracias Pablo Quirno, por semejante diseño institucional, que estabilizamos la economía sin expropiar, sin hacer Plan Bonex, sin controles de precio, sin represión; todo a libre mercado.
Parece que… ¿podrías salir de… o seguís recitando o decís cosas con sentido? Porque llegaron a dejar brecha del 300 %. Eso no es devaluar, devaluaron ustedes. Nosotros sinceramos el desastre que ustedes dejaron.
Esta parte tampoco les va a gustar: vienen los méritos suyos, Doctora. En Seguridad, tras un accionar implacable de la doctora Bullrich, hemos impulsado reformas legislativas como la Ley Antimafia, el Registro de Datos Genéticos y la Ley de Reincidencia y Reiterancia y unificación de condenas para cortar con este flagelo, junto con la puesta en acción del Plan Bandera y el Protocolo Antipiquetes.
Después les pasamos la versión en dibujito, para que ustedes entiendan.
Gracias a esto, hemos conseguido bajar la tasa de homicidios en un 17 % a nivel nacional, reducir en un 65 % los homicidios en Rosario y, tan solo en 2025, conseguimos una reducción del 20 % de los robos, el valor más bajo de la historia reciente, sin contar el período de encierro por la cuarentena.
De la misma forma, estamos poniendo orden en la frontera, donde los narcos entraban y salían a su antojo, y tal como prometimos en campaña, hemos terminado con los piquetes de una vez por todas, los cuales pasaron de nueve mil por año a cero.
Esto último se hizo de forma conjunta con la Ministra Pettovello y todo el Ministerio de Capital Humano. Gracias a eso, eliminamos las transferencias discrecionales, para sacarle a la política el negocio la intermediación de la ayuda social; y aumentamos las transferencias automáticas, para que los más vulnerables reciban esos recursos de manera plena. Sin lugar a dudas, difícilmente hay un ejemplo que muestre de mejor manera lo que Bastiat llamaba “la porosa mano de los políticos”.
Robar está mal, pero robarle el pan de la boca a los más vulnerables, haciéndolos esclavos para amasar poder, excede a cualquier adjetivo que se pueda encontrar en el diccionario.
Así, gracias a la reasignación de partidas, la AUH aumentó en un 492,9% respecto al valor heredado en 2023. Incorporamos a 600.000 chicos a la AUH. Incrementamos en 137,5% la prestación Alimentar. Aumentamos más de 500% las becas Primera Infancia y más de 1.100% la prestación Primeros Mil Días.
Sin embargo… (gritos) A ver, ustedes que usaron los planes sociales para robar a la gente con la intermediación, o sea, y los condenaban a la pobreza y los convertían en esclavos, ¿de qué hablan si además no saben ni siquiera sumar? Pero eso sí, ustedes escondían detrás de las causas justas a un montón de delincuentes para que de esa manera después no les toquen los robos, manga de delincuentes.
Kukas, yo les voy a avisar algo. Kukas, ¿Saben qué? Me encanta domarlos. Me encanta hacerlos llorar. Y a la gran mayoría les encanta verlos llorar. Y, si tienen razón.
Sin embargo, entendemos que los planes sociales no son una solución de fondo, sino una transición. Por eso también estamos reformando la educación inicial y primaria para asegurar los conocimientos básicos de lecto comprensión que las últimas décadas se perdieron. Renovamos la currícula educativa, fortaleciendo las competencias fundamentales, ampliando las pruebas Aprender en primaria y secundaria. No, claro, yo entiendo: para ustedes la educación era lavarle la gente a los chicos con “La Razón de Mi Vida”.
Ustedes son muy divertidos para el debate: tienen todo el pasado por delante.
Parece que se molestó el oligarca disfrazado de pordiosero.
Sí, seré muy pordiosero, pero les gané por goleada a ustedes en un ballotage.
Ordenar la economía, la seguridad y las calles nos permitió avanzar con los otros cambios que el país demandaba a gritos. Las empresas del Estado antes deficitarias, pasaron a estar en equilibrio, significando un ahorro para todos los argentinos. Tomo por ejemplo el emblemático caso de Aerolíneas Argentinas, que desde 2008 a nuestra llegada le costó 8.000 millones de dólares a todos los argentinos, y este año generó ganancias por 100 millones de dólares. Andá buscando al ángulo, kuka.
Parece que los estados contables no dicen lo mismo. De vuelta: no sabes leer, no sabes mirar un número. Gracias por confirmarlo: vaya y lea los balances, señora.
En esta misma línea, hemos avanzado con las primeras privatizaciones contempladas en la Ley Bases y estamos avanzando con los requisitos para privatizar las restantes. Gracias al trabajo de todo el gobierno, pero en particular de nuestro Ministro de Desregulación, el coloso Federico Sturzenegger. Gracias a su ciclópea tarea. Uy, no sé si ellos entenderán quién era Cíclope. Bueno, gracias a la enorme tarea de Federico hemos realizado más de 14.500 desregulaciones en un sinfín de áreas que dan cuenta del grado de cooptación corporativa que tenía el Estado, porque detrás de cada regulación había un privilegio, o, mejor dicho, un curro, un tongo.
Entre otras cosas, estas desregulaciones nos han permitido marcar récords en el mercado aerocomercial de pasajeros; le ha permitido a los productores argentinos acceder a mejor maquinaria productiva que la disponible localmente; y ha normalizado y potenciado el mercado de los alquileres. Éste último, luego de derogarse la nefasta Ley de Alquileres, ha visto aumentar fuertemente la oferta de viviendas en alquiler y reducir su precio 30% en términos reales.
Les cuento, Kuka, porque como ustedes son tan ignorantes: en términos reales es neto de la inflación.
A su vez, hemos desarticulado el siniestro sistema de licencias para las importaciones gracias a la eliminación de las IRAs, la ampliación del courier y la baja de aranceles.
Y todos estos grandes logros parecen pequeños al lado del logro por el RIGI. A través de este sistema de incentivos a la inversión, hemos aprobado proyectos por 25.000 millones de dólares que ya están en marcha; y estamos evaluando solicitudes adicionales por 45.000 millones de dólares. Los 32 proyectos presentados se distribuyen en 11 provincias y demandarán más de 60.000 puestos de trabajo directos e indirectos.
Y esto es solo en un año de vigencia. Imagínense si sostenemos esta política a lo largo del tiempo, más aun considerando que buena parte de las inversiones actuales están desarrollando la infraestructura crítica que volverá viables aún más inversiones futuras. Ya por sus resultados presentes, estamos ante la política de desarrollo más eficaz del siglo, y es la vocación de esta gestión transformar al RIGI no en una excepción, sino en una política de Estado que nos convertirá en el país más atractivo de la región para invertir.
Es decir, la meta no es que el RIGI converja al resto de la economía, sino que el resto de la economía pueda eventualmente tener el mismo trato que el RIGI. En paralelo, hemos conseguido reducir en un 20% la planta estatal; hemos reducido en casi un 40% los cargos superiores de la Administración Pública, ahorrándole 2000 millones de dólares al año a la sociedad, sin afectar la calidad de un solo servicio o competencia. También hemos vuelto al equilibrio a la mayoría de las empresas estatales.
A su vez, cambió de lugar, por favor. Pero claro, ustedes suman con dificultad, no saben lo que es mover un raviol adentro de un organigrama.
A su vez, esto nos permitió avanzar con la eliminación de impuestos, como el impuesto PAIS, retenciones a las economías regionales y distintas cadenas productivas. Redujimos también percepciones de IVA y de Ganancias a importaciones de bienes básicos, aranceles a ropa, telas, electrodomésticos, neumáticos, motos, insumos industriales, fertilizantes, herbicidas y productos electrónicos.
Bajamos impuestos internos a autos y motos, aranceles para autos híbridos y eléctricos, aranceles a celulares e impuestos internos, a productos electrónicos y el impuesto interno al seguro. Ahora solo falta que las provincias y los municipios hagan su parte, por lo cual hemos facilitado una herramienta para denunciar tasas excesivas, chequeándolo en una página.
A su vez, acabamos de aprobar el RIMI, para medias inversiones, que potenciará la expansión de gran parte de las PyMEs del país, permitiéndoles amortizar rápidamente la compra de bienes de capital. Esta medida se aprobó como parte de la reforma laboral, que modernizará por primera vez en más de 50 años la regulación laboral en nuestro país, acorde al dinamismo del presente.
En el orden de la Justicia, hemos promulgado la Ley de Reiterancia y Reincidencia, la Ley de Juicio en Ausencia, y en las últimas semanas hemos enviado nuevamente al Congreso el proyecto de ley del nuevo Régimen Penal Juvenil. Al mismo tiempo, hemos logrado implementar el sistema acusatorio en el 65% del país y estamos camino a implementarlo en todo el territorio. Todo esto lo hemos hecho con el fin de recuperar el imperio de la ley y mejorar los tiempos de la Justicia, dado que una Justicia que demora años, de justa no tiene nada.
En definitiva, todo esto fue un esfuerzo coordinado de las múltiples áreas para evitar la catástrofe. Y fue gracias a eliminar el déficit fiscal y la emisión monetaria que logramos pasar de una inflación que cerró en 2023 por encima del 200% y viajaba la velocidad del 17.000% anualizado, a una inflación que terminó en 2025 en torno al 30%.
Y todo esto sin enviar a la economía a una mega recesión, sino volviendo a retornar al sendero de crecimiento económico. Así, en 2024, y aclaro bien para que vean cuál es el indicador que estoy usando, la actividad económica, medida por el EMAE mensual desestacionalizado, creció un 6,6 % punta a punta, es decir, diciembre de 2024 contra diciembre de 2023. Mientras que durante 2025 el crecimiento fue de 3,3%, por lo que hace dos años seguidos que la economía crece y acumula una mejora de más del 10 %.
Esto es, estamos saliendo del pozo. Y lo que es más importante, todo esto lo logramos sin expropiaciones, ni default, ni hiperinflaciones, que hubieran llevado a la pobreza al 90% de los argentinos. Todo esto fue tan solo el resultado de encarar con seriedad y adultez la gestión del Estado, respetando los derechos de propiedad y devolviéndole la libertad a los argentinos.
Del Caño, si vos fueras la representación de los trabajadores, sabés que tendríamos un problema muy grave, porque ustedes no son más que el 5%.
¿Qué te pasa, Chilindrina troska? ¿Qué le pasa a la Chilindrina troska? Porque no la llego a escuchar. Seguí llorando, Chilindrina, dale.
Dicho esto, no podemos hacer una verdadera descripción del estado de la Nación sin primero abordar las zozobras generadas por un sector de la política -ustedes-, sus socios empresarios y mediáticos que se resisten al cambio y que durante el año pasado hicieron todo lo posible para derrocar a este Gobierno. Y les salió mal.
Al haber logrado salir de la tormenta durante el primer año, con un enorme sacrificio hecho por la sociedad argentina, las condiciones estaban dadas para una economía en la que nuestro país pudiera crecer fuertemente, ya que a inicios del año la economía se expandía a una tasa del 6% y se aceleraba camino al 8%. Sin embargo, la oposición estaba dispuesta a todo con tal de volver al poder, mientras el Poder Ejecutivo, por primera vez en la historia, entraba a un año electoral ajustando la política fiscal y apretando la monetaria. La oposición decidió utilizar todo tipo de recursos para destruir el plan económico.
El primer ataque fue durante el mes de marzo, previo al acuerdo con el FMI, el cual ocasionó un primer pico de incertidumbre que se tradujo en la suba del Riesgo País, suba de la tasa de interés, repunte de la inflación y un estancamiento de la inversión. Sin embargo, superamos el embate y la tasa de inflación para el mes de mayo cayó al 1,5%.
Sin embargo, en dicho mes, luego de nuestro triunfo las elecciones de la Ciudad, comenzó a digitarse un ataque sin precedentes en la historia argentina, y que tomó su punto más alto luego de las elecciones del mes de septiembre en la provincia de Buenos Aires; algo que, a opositores y propios, digamos, lo hacía soñar con abrazar el sillón de Rivadavia.
Ese ataque coordinado entre el Congreso de la Nación, sancionando leyes irresponsables; algunos medios de comunicación, con operaciones y engaños de todo tipo para confundir al electorado; y algunos sectores empresarios que apostaban por una devaluación para beneficiarse a costa de los pobres, generó un nivel de incertidumbre en la sociedad pocas veces visto, solamente comparable con el pánico del regreso al Kirchnerismo en agosto de 2019 y la crisis de 2001, donde la política no tenía problemas en tirar a la calle uno o todos los muertos que fueran necesarios con tal de volver al poder.
Sin ir más lejos, esto quedó claro en declaraciones de los últimos días por parte del Gobernador Quintela, y de la Senadora riojana María Florencia López, que son de ustedes, golpistas. Quienes no solo han sido denunciados por el Fiscal Stornelli, sino que él mismo ha reabierto la causa por los hechos sucedidos en 2001. Esperemos que la Justicia avance no solo sobre los posibles actos de sedición, sino también sobre quienes pudieran ser sus beneficiarios directos e indirectos de dichas acciones.
En este contexto de incertidumbre política se disparó el Riesgo País, nunca mejor apodado como riesgo kuka, lo cual derivó en una caída de la demanda de activos denominados en pesos, así mientras se atacaba el peso por el equivalente al 50% de M2, esto es, unos 41 mil millones de dólares. Las tasas de interés volaban por los aires, la actividad se frenó en seco y la caída de la demanda transaccional de pesos hizo que la tasa de inflación se acelerara. Es claro que esta aventura golpista no fue gratis. Acorde a nuestras estimaciones, se perdieron dos puntos y medio de crecimiento, es decir, el riesgo kuka nos costó además 25.000 millones de dólares en términos de PBI.
En este contexto golpista. Sí, golpista, tuvimos, gracias a nuestro gran acierto en materia de política exterior, un aliado clave. Por primera vez en la historia, y producto de la relación especial que hoy caracteriza el vínculo entre los Estados Unidos y Argentina, el gobierno de Donald Trump acudió en ayuda de nuestro país. Y esa ayuda no fue por cuestiones económicas, sino para defendernos contra el embate desestabilizador de los representantes del antiguo régimen. O sea, ustedes, los golpistas de siempre.
Sin embargo, sin embargo, no es que yo no tenga problema en aceptar los hechos como son; yo no me peleo con los datos como ustedes.
Sin embargo, fue imposible remediar de forma inmediata todo el daño generado. Un daño hecho no al gobierno, sino al pueblo argentino, que tuvo que soportar una vez más las consecuencias dañinas de la ambición de poder de los políticos. Y, es más, aún a pesar de los ataques, pudimos sostener y profundizar la reducción de la pobreza, pasando de un nivel heredado del 57%, luego de sincerar los precios que el gobierno anterior reprimía, a una tasa en torno del 30% en lo que va de nuestra gestión. Gracias, Ministra Pettovello.
Si bien todavía estamos lejos del objetivo en términos de pobreza, estos datos nos llenan de orgullo y esperanza. Pero quiero decirles que este intervalo de malaria se ha terminado: la malaria se ha terminado. La sociedad se inoculó el 26 de octubre del año pasado.
Hoy, como lo ha demostrado este periodo de sesiones extraordinarias que culminó hace unos días, en el que aprobamos algunas de las reformas más importantes de las últimas décadas, tenemos el Congreso más reformista de la historia, y la fuerza suficiente para hacerle frente a cualquier golpe político que quieran llevar adelante los agentes del antiguo cambio.
Además, antes de continuar con la lógica del discurso, quiero darle las gracias a la Cámara de Diputados y a la Cámara de Senadores por el enorme trabajo que hicieron, tanto los que nos acompañaron como los que sabotearon y quieren hundir al país, porque soy Presidente para los 47,5 millones de argentinos.
Por otra parte, hoy estamos en las puertas de un gran resurgimiento económico. Pero crecer requiere un conjunto de prerrequisitos fundamentales que debemos asegurar. Lo primero, y requisito fundamental, es garantizar las condiciones macroeconómicas básicas, que ha sido la gran tarea de nuestros primeros dos años de gestión. Para eso, nada más importante que seguir defendiendo con uñas y dientes el equilibrio fiscal y una política monetaria restrictiva, que permita terminar de una vez y para siempre con el flagelo de la inflación.
La primera permitirá seguir bajando el riesgo país, por ende la tasa en dólares; mientras que la segunda hará posible que la tasa nominal en pesos baje, al tiempo que baje la distorsión de precios relativos que causa la inflación. Nótese que esto deriva en una mejor asignación de recursos y en una baja endógena en la tasa de interés, que lleva a mayor acumulación de capital, mayor productividad, salarios más altos y menores niveles de pobreza e indigencia.
Es más, la baja del gasto que permitió bajar tanto impuestos explícitos como implícitos, deriva en mayor libertad económica y por ende mayores niveles de prosperidad.
Segundo: tenemos los impulsores de crecimiento de largo plazo sustentados en tres pilares simultáneos. El primer pilar es la desregulación de la economía. Esta política de exterminar regulaciones no solo es una forma de restaurar el derecho de propiedad, sino que además libera rendimientos crecientes, los cuales son la base del crecimiento económico. Si no asimilamos este punto, todo lo demás será en vano.
El segundo pilar es el capital humano. La productividad de una nación y su proyección hacia el futuro descansan en las espaldas de una ciudadanía correctamente nutrida, educada y protegida. Sin alimento no hay un correcto desarrollo cognitivo, no se puede educar y no se puede ser participante activo en la economía. Por eso, los niños son una prioridad absoluta de este Gobierno.
Qué paradójico. Qué paradójico que los que pongamos primero a los niños seamos nosotros, cuando ellos, su líder original, decía que “los privilegiados serán los niños”. Y lo único que hicieron es meter siete de cada diez bajo la pobreza.
El proceso de descubrimiento y coordinación que conduce al crecimiento económico es incierto. Hoy no sabemos a ciencia cierta cuáles serán las industrias del futuro en 10, 20 o en 50 años. Por eso debemos contar con una ciudadanía con capacidad de decidir por sí misma cómo ordenar sus capacidades físicas y mentales, y también debemos darle las herramientas para poder tomar estas decisiones.
Por último, el tercer pilar del crecimiento viene de la mano de la apertura comercial. Desde hace casi un siglo, Argentina está atrapada en la trampa del fetiche industrialista. Nos dijeron que la única forma de generar empleo era sostener un esquema industrial fuertemente subsidiado. Nos dijeron que solo podíamos crecer si vivíamos con lo nuestro. Para tener este relato, se impidió activamente el desarrollo del agro y de las economías regionales con las retenciones, al tiempo que se limitaba el comercio con todo tipo de restricciones a las importaciones, que encarecieron todos los insumos industriales locales.
Y como si todo esto fuera poco, no debemos dejar de sumar una carga tributaria estratosférica, que ha hecho imposible casi todo tipo de inversión. Sin embargo, tras décadas de protección, obtuvimos una industria pequeña, cara, dependiente del subsidio, y con salarios en dólares raquíticos.
Primero los datos, poeta, primero los datos. Hemos triplicado el salario en dólares, poeta. Qué fiesta se haría Milton Friedman con estos cavernícolas, por Dios.
No, eso lo hacen ustedes, que pagan militantes.
A la luz del debate que tomó lugar durante las últimas semanas. Quiero tomarme unos minutos para dejar bien en claro la posición del Gobierno y qué significa la idea de la moral como política de Estado.
En este sentido, no he tenido reparo alguno en señalar como ladrones a un grupo de empresarios locales, fruto de su accionar comercial. Esto es, si una ley, tal como sucedía en Sodoma, permite robar, el hecho de que sea legal no lo hace lícito. Así, cuando un entramado legal atenta contra el derecho natural, esto es, el derecho a la vida, a la libertad, y a la propiedad, donde el Estado se convierte en el principal violador del principio de no agresión y de los intercambios libres, estamos frente a un marco legal ilegítimo. Obviamente que los empresarios prebendarios no pueden comprar privilegios que los políticos corruptos, como ustedes, no ponen a la venta. Esto es, ambos son cómplices de la corrupción, y la mayor responsabilidad cae sobre los políticos.
Sin embargo, la pregunta es muy simple: ¿alguien quiere seguir con un modelo empobrecedor donde solo ganan los políticos corruptos y los empresarios amigos del poder, a costa de los argentinos de bien? Entiendo que para un puñado de corruptos la respuesta es sí. De más está decir que para este Gobierno la respuesta es no.
Si pensáramos en términos de utilitarismo político, la respuesta es clara, ya que beneficiar a un puñado de personas perjudicando a casi 48 millones de argentinos, la cuenta debería ser clara. Por eso sorprende la defensa encendida de los populistas en favor de la protección de la industria nacional subsidiada, la cual deja claro que son cómplices del saqueo a los argentinos. Muchos políticos, cuando insultaban en público a algunos de los industriales, lo hacían para negociar una coima más alta, no para rechazarla.
¿O acaso les parece normal pagar la tonelada de tubo de acero 4000 dólares, cuando se paga 1400; y que si no se accede a dicho capricho, se amenaza con adelantar el pago de dividendos para intentar poner en jaque al mercado de cambios? No, ustedes son políticos corruptos que les venden favores a empresarios corruptos, y ustedes se beneficiaban, ustedes y los empresarios corruptos, a costa de todos los argentinos.
¿O acaso les parece bien pagar los neumáticos tres o cuatro veces más caros, contra la extorsión de tirar 920 trabajadores a la calle, mientras se negocia la protección para el sector del aluminio?
¿O acaso les parece bien pagar una remera básica 50 dólares, cuando la importada cuesta 5?
Obviamente, la respuesta sectorial no es tan burda. Se habla de apertura indiscriminada, mientras que, cuando se mira el coeficiente de apertura del comercio exterior, Argentina es el país más cerrado del mundo por lejos para su nivel de PBI. Lo pueden ver en lo que es el Consejo de Mayo. No solo eso: en el ranking de apertura del Banco Mundial, la Argentina está en el puesto 178 de 179 países. ¿De qué apertura indiscriminada me hablan? Están hablando de defender los privilegios de los cazadores del zoológico.
Ahora pasemos al análisis de la eficiencia económica. Una de las grandes mentiras que nos han inculcado es que abrir la economía perderá puestos de trabajo. En el caso argentino, pese a lo que repiten los profesionales de la mentira, durante nuestra gestión no solo que no aumentó el desempleo, sino que además esto pasó en un contexto donde aumentó la cantidad de personas que buscan trabajo.
El análisis es muy simple: cuando uno abre la economía, eso permite a los consumidores el ingreso de bienes de mejor calidad y a menor precio. Obviamente, si la empresa local no puede competir, quiebra y despide gente. Sin embargo, eso es una parte de la historia. La otra parte es que ahora el consumidor ahorra dinero al comprar el bien importado y ese dinero lo utilizará para comprar otros bienes, generando así puestos de trabajo en otro sector de la economía, el cual es más productivo y, por ende, podrá pagar mayores salarios.
En definitiva, suben los salarios y los precios son más bajos, se consume más y el bienestar aumenta. Ganan 48 millones de argentinos y pierden unos pocos: los empresarios que son ineficientes y los políticos corruptos. Salvo para este grupo de poder, el resto, todos ganan.
Finalmente, está la dimensión más importante, que es la dimensión moral. El problema con la protección, con la prebenda y la corrupción estatal, es que está mal. Restringir la libertad y robar está mal. Restringir el comercio es cercenar la libertad de disponer del dinero que una persona se ha ganado con el sudor de su frente. Además, la restricción comercial permite que abusivamente se deba pagar un precio mucho más alto que el de mercado; y dado que esto es posible por el accionar violento el Estado, esto constituye un robo. Es más, el hecho de que sea legal no hace que sea legítimo; sino que hace al político un traidor a la patria. Es más, si el político cobra coimas por conceder dicho privilegio, esto implica un caso de corrupción. Si no, vayan y revisen las causas de la jefa de la banda.
Por lo tanto, nuestro planteo de apertura comercial se basa en un fundamento moral que señala que coartar la libertad está mal, robar está mal y la corrupción está mal. Además, nuestra política promueve la eficiencia, por lo que implica mayores salarios y menores precios, más consumo tanto presente como futuro y, por ende, mayor bienestar. Finalmente, y como si todo esto fuera poco, mejoran las condiciones de vida de casi 48 millones de seres humanos y solo pierden los ineficientes y los delincuentes. Por eso, esto demuestra no solo la superioridad de nuestras políticas, sino que además el principio de revelación nos muestra quiénes son los enemigos de los argentinos.
Ahora, aplicando esta heurística moral, que es la que guía nuestro accionar, y teniendo en claro cuáles son los tres requisitos que necesita una economía para crecer, tenemos una oportunidad realmente histórica ante nosotros en este año 2026, que trae consigo un cambio de perspectiva para quienes gobernamos.
El éxito de un plan de estabilización se mide en meses e incluso en años, pero las políticas de Estado que la Argentina necesita se miden en décadas. Ese es el horizonte al que nos corresponde mirar hoy. Es hora de volver a abrazar la moral como política de Estado, dado que es lo que nos ha hecho grandes a fines del siglo XIX y volverá a hacernos grandes nuevamente.
El mandato que la sociedad nos dio no puede ser más claro. Nunca el Congreso de la Nación tuvo una composición tan reformista como ésta. Desde hace 100 años nuestro país carga con falsos consensos y fórmulas que nos llevaron de ser un país próspero a uno pobre, y nos dejaron en diciembre de 2023 al borde de la peor crisis de nuestra historia. Dedicaremos este año a examinar la organización jurídica e institucional que nos trajo hasta aquí y construir una arquitectura nueva; la arquitectura que tendrá el Estado argentino los próximos 50 años, teniendo la moral occidental como política de estado.
Es la hora de la visión, es la hora de pensar como Nación y no solo como Gobierno. Es hora de abrazar políticas de Estado por primera vez en un siglo y que estas políticas les devuelvan a los argentinos de a pie la capacidad de soñar con un futuro mejor para ellos y para sus hijos. Es nuestra verdadera tarea y nuestro verdadero mandato.
Los gobiernos pasados destruyeron el respeto a la propiedad privada en nuestro país. Pero la propiedad es la piedra angular de toda la economía, y por eso profundizaremos en las reformas necesarias para salvaguardarla. Así, vamos a combatir esta anomia con la reforma del Código Civil y Comercial, el Código Procesal Civil y Comercial, y un paquete de leyes destinado a proteger los derechos fundamentales de los argentinos de quienes solo saben vivir de lo ajeno; incluyendo la codificación que establece la defensa del consumidor y de la competencia.
Además, enviaremos al Congreso proyectos que barrerán con una montaña de cadenas regulatorias y darán rienda suelta a la inversión en industrias hoy muertas, para que puedan producir, innovar y generar empleo.
Pero eso no es suficiente. También tenemos que reformar nuestro esquema impositivo. Como tantas veces hemos dicho, necesitamos menores impuestos, porque el sistema tributario tiene que servir al crecimiento; no al recaudador de turno. Para galvanizar todas estas reformas, vamos a seguir profundizando en materia de apertura económica y de acuerdos comerciales. Ratificaremos el acuerdo con los Estados Unidos, así como lo hicimos con la Unión Europea. Reformaremos el Código Aduanero para adecuarlo a nuestros nuevos desafíos. Y también nos integraremos a los tratados internacionales necesarios, porque debemos sentarnos en la mesa del comercio internacional, hasta ser tan relevantes que nuestros intereses no puedan ser desoídos.
Y esta relevancia proviene del aprovechamiento de nuestros recursos. Es así que vamos a buscar remover las barreras legales que se interponen entre la sociedad y su riqueza. Vamos a construir un marco legal robusto que permita el desarrollo primario para beneficio de todos los argentinos, con cuidados, pero lejos de prejuicios ambientalistas absurdos. Me refiero a todos los recursos: a los minerales críticos como el cobre y el litio, a la pesca y a la agricultura, a los hidrocarburos convencionales y no convencionales, a las economías regionales y al sector agropecuario.
Como la política y las instituciones son las columnas vertebrales del crecimiento, debemos reformarlas para que den soporte al peso de este futuro. Por demasiado tiempo, la política fue usada para tejer una especie de mafia, unida por una solidaridad depredadora con el propósito común de vivir del que produce. Eso es lo que hacen ustedes. Se llama justicia social, vivir del trabajo ajeno.
Esto incluye desde medios de comunicación hasta funcionarios públicos, pasando por empresas y hasta el fútbol. La política, para nosotros, debe ser nuevamente puesta al servicio de la sociedad. Por eso necesitamos reformar integralmente nuestro sistema electoral, para que los representantes sean responsables ante sus representados. Y esto implica también reformar cómo se financian los partidos políticos, para brindar transparencia a las relaciones entre el empresariado y la política.
Éste es el camino para eliminar la influencia de las mafias y el narcotráfico en los asuntos del Estado. Y esto también aplica a la promiscuidad histórica entre la política y la Justicia. La Justicia está trabada porque fue capturada por disputas políticas ajenas a su propósito original. Por eso, presentaremos proyectos que vuelvan a hacer del Poder Judicial una herramienta democrática, republicana, ágil, rápida, eficaz, y por sobre todas las cosas que sea justa.
En el fondo, la única forma infalible de evitar los principales costos de la promiscuidad, el amiguismo y la corrupción en el Estado es reducirlo. El Estado presente, que pretende hacerse cargo de todos los órdenes de la vida, fracasó. Por eso necesitamos un Estado ágil, abocado a unas pocas funciones esenciales, sintetizadas en la defensa de la vida, la libertad y la propiedad privada, sin descuidar elementos de la estructura actual, amparado en lo que definimos, como decía Ayn Rand, la ética de la emergencia.
Y para defender estos valores, debemos profundizar en las reformas de seguridad, debemos avanzar sin pruritos en la modificación del Código Penal, introduciendo penas más duras y con mayor cobertura de la prisión efectiva. En definitiva, para poder seguir avanzando en nuestra consigna: el que las hace, las paga.
En cuanto a la Justicia, también debe ser transformada. Ya hemos implementado el sistema acusatorio en el 65% del país, incrementando la agilidad de las causas federales. Juicios que antes llevaban años, hoy se definen en días; y para fin de año estará implementado en la gran mayoría del país. Ahora, necesitamos impulsar los juicios por jurado en la Justicia Federal, sana práctica que ya han incorporado varias provincias. Es sana porque, como decía Tocqueville, participar de un jurado es una escuela práctica de responsabilidad ciudadana y respeto por la ley. También es una forma de someter a los jueces al escrutinio público y al estándar que eso implica.
En materia de capital humano, necesitamos reformar la educación inicial, primaria y secundaria. Todos sabemos lo bajo que ha caído la calidad de nuestro sistema educativo; las estadísticas son apabullantes. Por eso, durante nuestro Gobierno, la escuela servirá a su propósito original: darle las herramientas a nuestros niños para que puedan procurarse un futuro mejor, no para adoctrinarlos.
Tampoco podemos ser un país indefenso ante amenazas externas, en un mundo que exige cada vez más preparación. Por eso, seguiremos fortaleciendo nuestras Fuerzas Armadas y elevando nuestra capacidad de defensa hasta los estándares que el contexto geopolítico demanda.
En este sentido, ya hemos iniciado un proceso sostenido y responsable de recuperación y modernización del instrumento militar. Tras décadas de postergación, hemos llevado una modernización histórica del equipamiento militar, a través de la incorporación de 24 aeronaves F-16, helicópteros de montaña y vehículos Strikers, entre otros. Un sistema de defensa acorde a la amenaza del presente es el escudo que necesita la prosperidad que vamos a construir como nación. Muchas gracias hoy diputado Petri.
Estas reformas radicales del Estado no son opcionales. Hoy se está configurando un nuevo orden mundial, y la forma en que nos insertemos en él, determinará el destino de nuestro país. Dale, andá a defender a Cuba, Corea del Norte y a todos los comunistas asesinos que mataron a 150 millones de seres humanos. Dale.
La era de la cooperación global sin brújula moral ha terminado. Entramos a una nueva era de grandes naciones que compiten por asegurarse cadenas de valor verticales. Y en este mundo, cada vez más, partirán las aguas entre las naciones libres y las naciones sometidas.
Tiempos de cambio requieren un diagnóstico correcto, una brújula moral calibrada y el coraje para actuar. Sin moral, terminas haciendo causa común con dictaduras; sin pericia, terminas yendo a contramano de la historia. Esto no nos puede volver a pasar.
En este nuevo mundo, los dos capitales más importantes que puede tener una Nación son sus recursos y su ubicación. Argentina tiene los dos. Pero nuestra ventaja no es solo de recursos. Es de acoplamiento. Cuando hablo de capital humano hablo de la gente. Usted no puede ser tan, tan ignorante. Su ignorancia lastima. No, esto no lo escuché nunca. Perdón Gary Becker, perdón si escuchaste lo que dijo esta señora.
Tenemos los minerales críticos que necesita Occidente, tenemos la energía: gas, petróleo, energía nuclear y energía renovable para abastecer cadenas de producción de escala. Tenemos tierra, agua y capacidad agroindustrial para garantizar la seguridad alimentaria del hemisferio. Y tenemos la ubicación: el extremo sur del continente, con salida a los dos océanos y presencia en la Antártida. Somos un eslabón natural de la cadena de valor estratégica de Occidente.
No, claro. Ustedes que se entregaban a Venezuela y que se entregaban a los terroristas de Irán, que nos metieron dos bombas. Dale. Donde la corrupta además firmó un Memorándum. Y vení a explicarme qué pasó con Nisman. Dale. Manga de asesinos y chorros.
Como Gobierno, hemos tenido un gran acierto: fuimos los primeros de la región en plantar bandera. La Argentina ya dejó pasar dos veces el tren de la historia. En la Segunda Guerra Mundial, nuestra neutralidad nos costó décadas de marginalidad; con el no al ALCA nos quedamos afuera del mayor ciclo de expansión económica en la historia humana. Mientras tanto, implementamos el régimen más antiexportador del planeta. Hoy tenemos un 30% de comercio exterior sobre el PBI, cuando deberíamos tener uno del triple, cerca del 93%. Son números de vergüenza, y no nos puede volver a pasar.
Esto aplica también en defensa. El Atlántico Sur es el terreno de disputa estratégica de las próximas décadas: rutas comerciales, recursos naturales, soberanía marítima y la presencia creciente de actores que no comparten nuestros valores. Quien lo controle, controlará una parte clave del trabajo global. Argentina tiene que ser ese actor. Los F-16 ya custodian nuestro espacio aéreo, y enviaremos un paquete de leyes para fortalecer la coordinación entre fuerzas de seguridad e inteligencia.
Pero todo esto requiere una alianza estratégica duradera. Y eso es lo que estamos construyendo con Estados Unidos de Norteamérica. Esto no es solo un acuerdo entre el Presidente Trump y el Presidente Milei. Tiene que ver con la afinidad cultural y de objetivos estratégicos entre los dos países y de toda la región. Es lo que nos permitió renegociar con el Fondo Monetario Internacional, salvar una crisis cambiaria, incrementar nuestro comercio exterior, e impulsar la ola de inversión extranjera más importante de nuestra historia.
Es hora de hacer de esto una política de Estado. Tenemos que crear el siglo de las Américas: Make Americas Great Again, de Alaska a Tierra del Fuego. Hagamos Argentina y América grandes nuevamente.
Y como la grandeza requiere tiempo para hacerse realidad, ahora quiero anticiparles cómo se va a ver el país al que ya estamos yendo. Argentina está experimentando varios procesos virtuosos. El primero es la energía. El año pasado exportamos 80.000 millones de dólares totales. En 5 años. El cual lo pagaban el triple y se llevaban la diferencia, manga de corruptos.
Por eso defienden tanto a Piedrita, ¿dale? Por eso defienden tanto a Chatarrín de los tubitos caros, ¿dale? Si no hubieran estado ustedes rompiendo todo, seríamos un país grande, que lo llegamos a ser a fines del siglo XIX.
Así, en cinco años, el complejo energético por sí solo estará exportando unos 50.000 millones de dólares. Esto no es una esperanza, ya es una realidad. El Gran Neuquén, en pocos años, será otra de las metrópolis argentinas. Y quiero decirles que ya muchas otras ciudades cuentan con el mismo potencial. La minería se despegará por toda la Cordillera, generando cientos de miles de puestos de trabajo.
De hecho, si no fuera por cavernícolas como ustedes, e hiciéramos las cosas, no como una gran hazaña, sino como la hace Chile, la cordillera nos daría 1,000,000 de puestos de trabajo reales; no cosas inventadas en el sector público para tapar las atrocidades en materia de empleo.
Quiero argentinos produciendo, no argentinos parásitos.
Pero este boom no es solo una noticia para el sector energético. Es la base de una realización nunca antes vista. La energía barata es el insumo transversal que cambia la ecuación de localización industrial. Donde hay energía abundante y barata, se instala la industria pesada. Veremos crecer la petroquímica, la siderúrgica, el aluminio --pero no el del tongo--, la producción de hidrógeno, el procesamiento de litio y minerales críticos. Y veremos data centers y capacidad de cómputo instalarse en la Patagonia, donde el frío natural y la energía implican y crean condiciones únicas para la infraestructura de la Inteligencia Artificial. Digo, al margen del capital humano enorme que tenemos para responder a esa demanda.
Muchos temen que en la Argentina del mañana falte trabajo, pero nosotros no. Todas estas nuevas industrias van a suplir con creces la demanda de trabajo retirada por las viejas industrias, y con muchos mejores sueldos.
Si tan solo repasaran la obra de Adam Smith, sabrían que la división del trabajo está determinada por el tamaño del mercado. Se internaliza, de una vez por todas, la restricción de presupuesto: entenderán que hay un límite financiero a la inversión. Y si, por si acaso, un delirante creyera que se puede financiar emitiendo dinero, chocaría con la restricción física de que los seres humanos solo disponemos de 24 horas por día, lo cual deja sin sentido los escenarios apocalípticos.
No les gusta Smith, no les gusta el argumento sobre el odio a la máquina de Henry Hasting, que está en la economía, en una lección que destruye la falacia ludita que ustedes saludan y adoran.
¿Odian a Bastian? No se hagan problema: miren los números y se darán cuenta de que si el progreso técnico general generara desempleo, esa lógica, luego de la Revolución Industrial, implicaría que el desempleo en el mundo sería del 90 %. Miren los datos y verán que no hay apocalipsis.
Se los voy a explicar fácil: a partir de la Revolución Industrial, la población se multiplicó por 10 en el planeta. Si lo que dicen las bestias ignorantes que están acá tuviera razón, no se hubiera creado un solo puesto de trabajo más. Entonces, hubieran quedado en empleos, al menos, como mucho, de ese 10 % de la población; por ende, habría un desempleo del 90% y ustedes estarían al duplicar los votos a la representación que aspiran.
Y todo esto iría acompañado de la privatización de nuestro sistema de ferrocarriles de carga. En un año tendremos toda la red experimentando su modernización más grande en más de un siglo. El sector agropecuario también tendrá su revolución. Estamos en condiciones de producir 300 millones de toneladas de grano, duplicando la producción actual. Para ello daremos un régimen de derecho de propiedad a los innovadores en semillas; continuaremos el sendero de baja de retenciones de forma responsable, y solo en la medida que el superávit fiscal lo permita.
Y el régimen de incentivo para medianas inversiones catalizará un torrente de bienes de capital y sistemas de riego. No podemos aceptar que nuestros rindes en Chaco sean de 600 kilos de algodón por hectárea, cuando en Brasil son de 1.400. Tampoco podemos permitir que Brasil triplique su producción de soja usando semillas con tecnología argentina, hecha por empresas argentinas, que no se pueden vender en Argentina.
Impulsado por estos sectores, se expandirá el sector financiero, que ayudado por la Ley de inocencia fiscal empieza a recorrer el camino para quintuplicar su tamaño. Producto de todos estos procesos virtuosos, se generará un nuevo sentido de orgullo nacional, sustentado en lo que pueden hacer los argentinos; no en lo que los políticos dicen que debe hacer el Estado.
(gritos) ¡Qué paciencia que tenés! ¿Con qué creés que van a funcionar los data centers? No puede ser que sean tan brutos.
Este país ya se está construyendo, a pesar del alboroto de aquella parte de la política que pretende detenerlo. Por eso, lo que determinará nuestra agenda parlamentaria es cuán rápido vamos y cuán lejos llegamos. Tenemos las fuerzas y las ideas para cambiar el país de forma definitiva, y la convicción y la tenacidad para hacer que se concreten. Tenemos el apoyo de un pueblo al que esta cámara no hizo más que fallarle, y en cada elección les demuestra que no quiere intentar ninguna de sus vetustas ideas. Pero al mismo tiempo, también tenemos un adversario deshonesto --estoy hablando de ustedes--, un adversario que va a romper todas las reglas que él mismo creó, con tal de frenar este cambio de era.
A su vez, les comento que cada uno de los ministerios ha preparado 10 paquetes de reformas estructurales, por lo que todos los meses presentaremos un paquete de proyectos a ser tratados por este Congreso, correspondientes a las verticales de cambio que hemos explicado hoy. Esto constituirá el año calendario de la reforma: nueve meses ininterrumpidos de reformas estructurales que van a rediseñar la arquitectura institucional de la Nueva Argentina.
Algunos dirán que 90 paquetes de reformas estructurales en un año es excesivo, dictatorial, o lo que fuere. Frente a esto, yo quiero señalar lo siguiente: nuestra ambición reformista no puede ser entendida como una intentona por acumular poder. No es, ni nunca será, un “vamos por todo”.
Porque precisamente la receta que necesita la Argentina para prosperar es la reducción del tamaño del Estado, lo cual significa una reducción del poder del político, sea quien sea el político. Lo dijimos siempre y toca repetirlo ahora: no le pedimos el voto a la gente para que nos dé el poder a nosotros, sino para devolverle el poder a ellos. Es momento de convertirnos en una nación madura.
Quiero ahora leer algunas palabras que me ha enviado, en el día de ayer, otro de los más grandes economistas del planeta, el profesor Jesús Huerta de Soto:"Hay momentos en la historia en los que una Nación debe elegir su futuro. Nos han dicho que el Estado es nuestro protector, que el burócrata es nuestro salvador y que el político sabe más que el hombre libre; que debemos obedecer, que debemos depender. Pero la verdad es otra: el mundo solo tiene dos tipos de personas. Los que viven de lo que otros producen, es decir, los parásitos —o sea, ustedes—, y los que producen todo lo que hace posible la vida moderna. Mientras ustedes redactan regulaciones, nosotros creamos riqueza; mientras ustedes prometen igualdad, nosotros generamos prosperidad; mientras ustedes reparten pobreza, nosotros multiplicamos la abundancia."
La verdadera batalla de nuestro tiempo es cultural, filosófica y moral. Es elegir el sistema que sacó de la pobreza a millones. Es para dejar de ser una Nación inmadura, que dilapida el futuro para repartir beneficios en el presente; y convertirnos en una nación madura, que planifica las reglas de juego para que haya presente y futuro; y para que cada ciudadano pueda elegir libremente su propio destino. No que se lo quiera determinar un burócrata ignorante, fatalmente arrogante. Gobernar con responsabilidad es gobernar para los argentinos de hoy, pero también gobernar para los argentinos de mañana.
Es momento de crear la arquitectura institucional y jurídica para los próximos 50 años, estas nuevas reglas de juego que dejarán en el pasado, de una vez y para siempre, el proceso olvidable que ha sido nuestro último siglo de historia. Nuestro país está saliendo de la adolescencia e ingresando a la mayoría de edad, y por eso consagramos este año como el Año de la Grandeza Argentina.
Ésta es la propuesta para este Congreso: legislar a la altura de la grandeza argentina. Nosotros haremos nuestra parte y ustedes deberán hacer la suya. Como dice nuestro queridísimo Ministro de Economía, “hay momentos en la historia, en los que la historia cambia”. Éste es ese momento. Nosotros, los que estamos aquí sentados, hoy somos protagonistas de este momento.
Los invito a pensar en sus nombres grabados en piedra, como aquella generación que cambió el destino de nuestra patria. Con estas palabras, doy por inaugurado el período de sesiones ordinarias número 144 del Honorable Congreso de la Nación.
Muchas gracias a todos. Que Dios bendiga a los argentinos, que la fuerza del cielo nos acompañe y ¡viva la libertad, carajo! ¡Viva la libertad, carajo! ¡Viva la libertad, carajo! Hagamos grande a la Argentina nuevamente. Muchas gracias.
Texto completo original em espanhol, publicado por Casa Rosada.
Copiadas literalmente do discurso oficial; tradução da MileiHoy.
“A partir de agora e pela vontade dos argentinos que assim o expressaram nas urnas, temos a força para começar um novo capítulo da história argentina.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Tudo isso foi apenas o resultado de enfrentar a gestão do Estado com seriedade e maturidade, respeitando os direitos de propriedade e devolvendo a liberdade aos argentinos.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Restringir a liberdade e roubar é errado. Restringir o comércio é cercear a liberdade de dispor do dinheiro que uma pessoa ganhou com seu próprio esforço.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Nós, os que estamos aqui sentados, hoje somos os protagonistas deste momento.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Havia apenas uma maneira de cortar o nó górdio que esse desastre herdado representava, e era estabilizando a economia.”
— Javier Milei · Ver no discurso