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La Nación2 min de leitura

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O artigo enfatiza os planos de investimento e produção da Stellantis, destacando o compromisso da empresa com a integração produtiva e a criação de emprego, sugerindo um enfoque neutro e centrado no progresso industrial.
Resumo IA
A fábrica da Fiat em Ferreyra, Córdoba, alcançou a marca de 1,5 milhões de veículos produzidos em quase três décadas de operação. A Stellantis anunciou uma nova atividade industrial voltada para a produção de motores para os mercados local e de exportação, continuando seu plano de investimento de US$385 milhões.
Apesar dos desafios de competitividade na indústria nacional, a empresa reafirmou seu compromisso com a produção e criação de empregos na região.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
A pocos meses de cumplir tres décadas de actividad, la fábrica de Fiat en Ferreyra, Córdoba, alcanzó los 1,5 millones de vehículos producidos. El complejo, que comenzó su historia con los Palio y Siena, actualmente fabrica tres modelos y se prepara para incorporar una nueva actividad industrial con la producción de motores destinados tanto al mercado local como a la exportación.
El anuncio llega en un momento particular para la automotriz. Hace apenas dos semanas, Herlander Zola, presidente de Stellantis para América del Sur, no descartó la posibilidad de cerrar una o incluso las dos fábricas que el grupo tiene en la Argentina, al referirse a las dificultades de competitividad de la industria nacional frente a Brasil.
En ese contexto, la filial argentina comunicó el nuevo hito productivo y ratificó que sigue adelante con la fabricación del motor turbodiésel Multijet 2.2, cuyo inicio está previsto para 2027. Se trata de la continuidad del programa industrial anunciado en septiembre de 2024, cuando Stellantis comprometió una inversión de US$385 millones para transformar Ferreyra en un centro regional de producción de pickups y componentes.
Parte de ese desembolso ya se tradujo en la incorporación de dos modelos a sus líneas de montaje. Durante 2025 comenzaron a fabricarse la Fiat Titano y la Ram Dakota, que se sumaron al Fiat Cronos, producido en Córdoba desde 2018.
El próximo paso será la puesta en marcha de la nueva planta de motores. El Multijet 2.2, de 200 CV y 450 Nm de torque, se utilizará en las pickups nacionales y también se exportará para abastecer a otros modelos del grupo en la región. El inicio de la producción está programado para enero del año próximo.
La historia del complejo de Ferreyra comenzó el 20 de diciembre de 1996, cuando la fábrica fue inaugurada oficialmente tras una inversión inicial de US$600 millones. Los primeros vehículos que salieron de sus instalaciones fueron los Fiat Palio y Siena. Hacia finales de aquella década, la planta contaba con una capacidad de 120.000 unidades anuales, que posteriormente se amplió mediante nuevas inversiones.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a La Nación.