Quem domina a conversa
- Governo
- 62%
- Esquerda / oposição
- 23%
- As ruas
- 15%
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Pulso real no X
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Dados coletados de conversas públicas e estimados por IA. Fonte: contexto da notícia (sem dados utilizáveis do X).
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Estimativa de IA · confiança 85%
Enquadramento predominante
Esquerda 70%
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O artigo destaca as ações efetivas do governo e a conquista de evitar a revogação do DNU, utilizando um tom de sucesso e determinação. As críticas à oposição e as pressões exercidas sobre os legisladores ressaltam a força do governo.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O governo de Javier Milei conseguiu evitar que a oposição discutisse o DNU 70/23, já que a sessão programada não aconteceu por falta de quórum. Apesar das negociações e pressões sobre vários legisladores, o decreto, que inclui desregulamentações, permaneceu em vigor.
A oposição critica os governadores que apoiaram o governo, apontando que muitos buscaram se agradar com a administração. Espera-se que o governo continue promovendo sua agenda legislativa sem o obstáculo da revogação do decreto.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El Gobierno logró lo que buscaba: la sesión que la oposición convocó este jueves para rechazar el DNU 70/23 se cayó por falta de quórum. El tablero marcó 121 presentes, ocho menos que los necesarios. De esta manera, el decreto fundacional de la gestión de Javier Milei sigue en pie, y también las desregulaciones que el oficialismo quería preservar, como la de alquileres, las rutas aéreas, el abastecimiento de internet, la ley de góndolas, entre tantas otras que contienen sus 366 artículos.
"Una vez más, quisieron ponerle un freno a la Argentina y se quedaron en el intento. El país ya eligió un rumbo y no va a retroceder para satisfacer a los que nos llevaron al fracaso", escribió Martín Menem, presidente de la Cámara de Diputados, en sus redes, apenas terminó la sesión. El mensaje lo compartió también el presidente Javier Milei.
El resultado se explica por todas las jugadas y negociaciones que el Gobierno hizo hasta último momento: quienes dejaron vacías sus bancas respondían a los gobernadores dialoguistas Maximiliano Pullaro (Santa Fe), Osvaldo Jaldo (Tucumán), Rolando Figueroa (Neuquén), Carlos Sadir (Jujuy), Marcelo Orrego (San Juan) e Ignacio Torres (Chubut). Todos negocian en paralelo leyes sensibles con la Casa Rosada, como el Presupuesto 2027, la suspensión de las PASO y acuerdos electorales con La Libertad Avanza en sus provincias, y la sola idea de derogar el decreto los ubicaba en un punto de no retorno con Nación.
Faltaron ocho de los 18 diputados de Provincias Unidas: los jujeños María Inés Zigarán, que había firmado el pedido de sesión, y Jorge Rizzotti, los santafesinos Gisela Scaglia y José Núñez, Sergio Capozzi, Jorge Ávila, Lourdes Arrieta y la cordobesa Alejandra Torres. Se sumaron los tres tucumanos de Independencia (Gladys Medina, Elia Fernández y Javier Noguera), los dos sanjuaninos de Producción y Trabajo, cuatro de Argentina Federal y dos de Unión por la Patria: Paulo Tita y Estela Neder.
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Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Perfil.


