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Jovanovich expressou otimismo sobre as oportunidades de investimento na Argentina, afirmando que estas "transcenderão" os ciclos eleitorais, sugerindo uma postura neutra em relação ao contexto político. Além disso, seus comentários sobre a necessidade de reindustrializar a América e o foco em projetos específicos como o Corredor Andes-Atlântico evocam uma moldura mais pragmática do que partidária.
Resumo IA
O presidente do Banco de Exportações e Importações dos Estados Unidos (EXIM), John Jovanovich, afirmou que os anúncios de investimento na Argentina continuarão, apesar da recente derrota republicana. Durante um evento em Washington, ele destacou o Corredor Andes-Atlântico e as oportunidades de investimento no país, que podem mobilizar até 7 bilhões de dólares até 2027.
Ele também enfatizou a importância de iniciar diálogos precoces sobre financiamento e mencionou que a relação entre os EUA e a Argentina não será afetada pelos resultados eleitorais americanos.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El presidente y director del Banco de Exportaciones e Importaciones de los Estados Unidos (EXIM), John Jovanovich, afirmó hoy que “la oportunidad en Argentina va a trascender estos ciclos electorales” y ratificó los proyectos de inversión en el país como el Corredor Andes-Atlántico, anunciado en septiembre pasado como parte del marco bilateral “Construir el Futuro”, donde la entidad movilizará hasta 7.000 millones de dólares hasta 2027
“(La oportunidad) va a trascender cualquiera que sea el tema del día sobre el que todos estamos discutiendo, o que nos preocupa, o que nos genera ansiedad”, indicó Jovanovich, y llamó a las empresas estadounidenses a capitalizar lo que describió como una oportunidad que se da “una vez en una generación”.
Las declaraciones tuvieron lugar, un día después de la derrota republicana en las elecciones norteamericanas, durante un evento organizado por el Atlantic Council en Washington, en el que también participó Alec Oxenford, embajador de Argentina en Estados Unidos, y que estuvo moderado por Jason Marczak, vicepresidente del Centro Adrienne Arsht para América Latina.
El eje de la discusión fue, precisamente, el Corredor Andes-Atlántico. El acuerdo apunta a conectar la cuenca energética de Vaca Muerta y los yacimientos de minerales críticos del noroeste argentino con los puertos del Atlántico y los mercados internacionales.
Jovanovich describió el programa como una respuesta directa a la dependencia estadounidense de proveedores de materias primas que, en sus palabras, “no son libres, no son justos, no son funcionales”. “Lo que suceda en los próximos veinticuatro meses va a dar forma a los próximos veinticuatro años de las cadenas de suministro de energía”, advirtió.
El presidente del EXIM Bank detalló los instrumentos disponibles: préstamos directos —mencionó el proyecto de YPF como ejemplo—, garantías de crédito a la exportación y otros productos para mitigar el riesgo país. En todos los casos, el objetivo es que cada dólar de capital público catalice al menos un dólar de inversión privada.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Infobae.