Quem domina a conversa
- Governo
- 15%
- Esquerda / oposição
- 45%
- As ruas
- 40%
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Dados coletados de conversas públicas e estimados por IA. Fonte: contexto da notícia (sem dados utilizáveis do X).
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Estimativa de IA · confiança 80%
Enquadramento predominante
Esquerda 40%
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Enfatiza a desconexão entre a macroeconomia e a realidade das famílias, apresentada de forma neutra e analítica em vez de carregada ideologicamente. Montiel critica a abordagem do Governo sem se inclinar claramente para algum lado.
Resumo IA
Claudio Montiel, diretor da Zentrix, destacou uma desconexão entre o governo de Javier Milei e a realidade econômica vivida por muitas famílias argentinas. De acordo com sua pesquisa, 65,3% dos entrevistados não conseguem chegar ao fim do mês com seus rendimentos, e 81,8% sentem que seus salários estão perdendo valor devido à inflação.
Apesar dessa situação crítica, Montiel observa que os eleitores ainda não encontraram uma alternativa política viável para canalizar seu descontentamento, o que pode influenciar as eleições de 2027.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
"Creo que hay un momento de desconexión muy profundo en el Gobierno, sobre todo en el presidente de la Nación". La definición pertenece a Claudio Montiel, director de Zentrix, la consultora que llevó adelante el relevamiento que puso números a una realidad que Javier Milei salió a cuestionar públicamente: el 65,3% de los encuestados no consigue llegar con sus ingresos más allá del día 20 del mes y el 81,8% considera que su salario pierde frente a la inflación.
La polémica se desató cuando el mandatario puso en duda los datos sobre las dificultades económicas de los argentinos. "Si se quedan sin plata verdaderamente el día 20, ¿cómo viven 10 días sin comer ni beber?", planteó durante su participación en la Argentina Oil & Gas Patagonia 2026, en Neuquén. Luego redobló las críticas contra los periodistas que difundieron esos indicadores, a quienes acusó de repetir "como loros una frase sin sentido".
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En diálogo con PERFIL, Montiel respondió a los cuestionamientos presidenciales y explicó por qué considera que el Gobierno y las familias están mirando dos economías distintas.
"Es cierto que tenés un crecimiento en la macro, un crecimiento bastante sólido en algunos sectores. El tema es que eso no se traduce en una mejora para las familias, ni en una mejora de los ingresos disponibles", sostuvo.
Para el consultor, el problema no está necesariamente en los indicadores que exhibe el equipo económico, sino en la interpretación que hace el oficialismo de esos resultados. "Me parece que el Gobierno se ata a un dato macro que relativamente le da bien y eso después no se refleja en lo que les pasa a las familias. Son datos distintos", explicó.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Perfil.


Economia · La Nación

