Quem domina a conversa
- Governo
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- As ruas
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Esquerda 80%
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O artigo apresenta uma crítica forte do governo de Kicillof em relação aos planos de Milei, sugerindo uma moldura de esquerda. No entanto, também inclui a voz de Santilli, que defende as mudanças propostas, mostrando uma mistura de perspectivas.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O governo de Axel Kicillof defende as Primárias Abertas, Simultâneas e Obrigatórias (PASO) e critica a tentativa da administração de Javier Milei de eliminá-las ou suspendê-las. O ministro Carlos Bianco argumenta que essa mudança visa impedir a organização da oposição e facilitar a reeleição de Milei.
Apesar da oposição de Kicillof, o chefe da gabinete, Diego Santilli, afirma que a reforma eleitoral avançará no Congresso.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El gobierno de Axel Kicillof ratificó esta mañana su defensa de las Primarias Abiertas, Simultáneas y Obligatorias (PASO) y cuestionó el plan de la administración de Javier Milei, que pretende eliminarlas o suspenderlas antes de las elecciones de 2027.
El ministro de Gobierno bonaerense, Carlos Bianco, afirmó que el peronismo asumió el compromiso de sostener el actual sistema de primarias como mecanismo para resolver candidaturas dentro de los frentes políticos. En ese marco, el funcionario planteó que una eventual modificación del régimen electoral persigue una finalidad política evidente que fue confesada por los propios referentes de La Libertad Avanza.
“Quieren evitar que la oposición se organice para que Milei sea reelecto”, sostuvo Bianco. Y agregó que una reforma concebida para facilitar el triunfo de una fuerza política no tiene justificación institucional: “Eso está mal, es un delito”.
El funcionario bonaerense vinculó la iniciativa con otros cambios promovidos durante la gestión libertaria, entre ellos la implementación de la Boleta Única Papel y los proyectos sobre el funcionamiento de los partidos políticos.
Bianco afirmó que el sistema electoral argentino no presentaba un reclamo que exigiera una reforma de esta magnitud y defendió la experiencia de las elecciones bonaerenses del año pasado. Según sus datos, en esos comicios se emitieron más de 8,6 millones de votos y se registraron 11 infracciones a la legislación electoral.
También cuestionó el argumento económico utilizado por el oficialismo para avanzar con cambios en el mecanismo de votación. Dijo que la organización de la elección bonaerense tuvo un costo de $85.000 millones y aseguró que la proyección de una votación nacional con Boleta Única Papel duplicaría ese monto para el distrito.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Infobae.

