Quem domina a conversa
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A conferência de Katopodis enfatiza o descontentamento com o governo de Milei, acusando-o de malversação e falta de ação diante das crises hídricas, utilizando uma linguagem que critica explicitamente a administração atual. Ressalta-se que as ações estão alinhadas com a gestão do governo provincial de Axel Kicillof, reforçando um marco político de oposição.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O governo de Buenos Aires, liderado pelo ministro Gabriel Katopodis, anunciará ações penais contra o presidente Javier Milei e outros funcionários por supostas irregularidades na gestão do Fundo Hídrico, que é crucial devido ao aumento da umidade do solo causado pelo fenômeno El Niño. Além disso, a província contestará um aumento nas tarifas da AySA, questionando a privatização e as taxas de investimento, apesar do aumento na arrecadação.
A falta de execução de obras e o mau uso de fundos são parte das alegações apresentadas em uma coletiva de imprensa.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El ministro de Infraestructura y Servicios Públicos, Gabriel Katopodis, anunció que la Provincia denunciará penalmente al presidente Javier Milei, al ministro de Economía, Luis Caputo, y a otros funcionarios nacionales por presuntas irregularidades en la administración del Fondo Hídrico. La decisión se da ante la llegada del fenómeno de El Niño y el incremento de la humedad del suelo en distintos puntos del territorio bonaerense. Además, Katopodis confirmó que la Provincia impugnará el aumento tarifario de Agua y Saneamientos Argentinos (AySA) en la audiencia pública prevista para el próximo 26 de octubre, tras su privatización.
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Los dos anuncios fueron los ejes centrales de la conferencia del funcionario de Axel Kicillof, quien también repasó las consecuencias de la paralización de la obra pública nacional desde 2024 a la fecha y cuestionó la falta de voluntad de los funcionarios de Milei “para entregar las autorizaciones para acceder a créditos internacionales destinados a infraestructura hidráulica”.
“Queremos anunciarles, por instrucción del gobernador, dos acciones. La primera es denunciar penalmente al presidente de la Nación, al ministro de Economía, Caputo, y a todos los funcionarios que tengan alguna responsabilidad en la presunta comisión de delitos”, afirmó. La primera medida anunciada por Katopodis apunta a determinar las responsabilidades del gobierno nacional por la utilización de recursos que, según la administración bonaerense, deberían financiar obras de prevención de inundaciones.
El ministro mencionó posibles delitos de malversación de caudales públicos, incumplimiento de los deberes de funcionario público y demoras en la asignación de partidas presupuestarias. La presentación estará vinculada con la ejecución del Fondo Hídrico, que recibe el 4,31 por ciento de la recaudación del Impuesto a los Combustibles y tiene como destino legal obras para prevenir inundaciones y recuperar tierras productivas. “Cumplan con la Ley”, arremetió.
De acuerdo con los números mostrados durante la conferencia, entre 2024 y 2026 se asignaron 402.931 millones de pesos, mientras que el gasto de capital destinado a obras alcanzó los 147.834 millones, equivalente al 36,7 por ciento de los recursos.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Página/12.


Institucional · Ministerio de Infraestructura PBA