Quem domina a conversa
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O ênfase na celebração de cifras positivas de inflação e a mitigação de preocupações sociais sugerem um marco mais centrado, embora haja menções à oposição e desafios externos.
Resumo IA
O porta-voz presidencial, Adrián Ravier, celebrou que a inflação de setembro foi de 1,9%, destacando uma tendência de queda em comparação ao nível de 25% do ano anterior. Ele afirmou que o governo está comprometido com um programa de estabilização para reduzir a taxa anual a um dígito e vinculou a evolução da inflação a indicadores sociais como a pobreza.
Ravier alertou que o desafio não foi resolvido, mas expressou otimismo em relação ao crescimento econômico, apesar de fatores externos.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El vocero presidencial Adrián Ravier celebró que la inflación de septiembre fue de 1,9% y sostuvo que el Gobierno mantiene un programa de estabilización orientado a reducir el índice anual a un dígito. Durante su habitual conferencia de prensa en Casa Rosada, afirmó que el resultado medido por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC) refleja una baja sostenida frente a los niveles registrados al inicio de la gestión de Javier Milei.
“El dato de hoy es de 1,9%. Que hoy estemos abajo del 2%, creo que es un buen número comparado del lugar del cual venimos”, afirmó Ravier. El funcionario contrastó la cifra con el 25% mensual que, según recordó, había arrojado el Índice de Precios al Consumidor (IPC) en diciembre de 2023.
El vocero advirtió que la desaceleración no necesariamente seguirá una trayectoria uniforme. Atribuyó posibles aumentos temporales a factores estacionales, shocks internos o externos, aunque aseguró que la tendencia general se mantiene descendente.
Ravier enumeró la secuencia que atravesó la inflación desde el inicio de la administración: 25%, 12%, 8%, 4% y 2%, hasta ubicarse por debajo de ese último nivel. También sostuvo que el control de los agregados monetarios permitirá continuar con la reducción del IPC en el mediano plazo.
“El presidente Milei dice que este es un fenómeno estrictamente monetario y, si controlamos los agregados monetarios, el IPC va a ir cediendo”, expresó el vocero. Para el Ejecutivo, el objetivo es alcanzar un indicador anual de un dígito, como el que registran otras economías del mundo.
La Casa Rosada considera que la pérdida de centralidad de la inflación entre las preocupaciones ciudadanas es una consecuencia de esa trayectoria. Ravier aclaró que el problema no está resuelto, pero remarcó que las encuestas muestran que dejó de ocupar el primer lugar entre las inquietudes de los argentinos.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Infobae.
