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Enfatiza a relação entre as compras do BCRA e o superávit comercial, com uma análise equilibrada das variáveis econômicas que podem afetar a estabilidade cambial do país. As citações de economistas e a análise de dados refletem uma perspectiva mais técnica e menos ideológica.
Resumo IA
O Banco Central da Argentina aumentou suas compras de dólares, totalizando mais de US$1,1 bilhão em outubro, um aumento significativo em comparação com setembro. Apesar do superávit comercial, o relatório alerta sobre uma possível diminuição na emissão de dívida, o que poderia afetar a oferta de divisas necessária para manter as reservas.
Além disso, uma demanda crescente por dólares por parte dos cidadãos é notada com a aproximação de dezembro, o que pode complicar a estabilidade cambial.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El Banco Central volvió a acelerar las compras este martes, y ya suma más de u$s1.100 millones en lo que va de octubre, lo que ya representa casi el triple de lo que compró durante septiembre.
Este martes, el BCRA adquirió u$s103 millones en el mercado de cambios, pisando el acelerador luego de los u$s18 millones del lunes. Las reservas brutas se ubicaron así en u$s50.152 millones.
Así, en octubre ya acumula compras por u$s1.103 millones. En todo septiembre, la entidad había sumado u$s473 millones. De esta manera, acumula u$s15.673 millones durante 2026, muy por encima de los u$s10.000 millones que el FMI había puesto como meta para todo el año.
De esta manera, el Gobierno saca provecho –entre otras cosas- del superávit comercial. Así lo analizó Juan Manuel Franco, economista jefe de Grupo SBS: "El superávit comercial de septiembre se mantuvo en terreno firme, y anotó u$s2.976 millones, el más alto para un septiembre desde que se tiene registro y, en términos nominales, el más alto desde mayo de este año".
"Así, se acumula en 9 meses un superávit comercial de u$s21.198 millones, contra los u$s6.046 millones de igual período de 2025. Los datos marcan que las fuentes de dólares comerciales siguen muy firmes, aunque el mercado querrá ver eso trasladado a un incremento aun mayor de las reservas netas", sostuvo Franco.
Y agregó: "A nuestro entender, una de las variables clave hacia los próximos meses será con qué stock de reservas encare el gobierno el año electoral, considerando que algunas fuentes de oferta de dólares no comerciales como los préstamos y colocaciones de bonos privados en el exterior podrían no tener el mismo impulso que en 2026, a la vez que en un año electoral típicamente incrementa la demanda de dólares".
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a iProfesional.

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