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O uso de termos como "disparate total" demonstra um tom de defesa forte em relação a Caputo, alinhando-se com uma postura pró-governamental. A referência à política econômica como de responsabilidade exclusiva de Milei indica uma clara alinhamento com a direção atual do governo.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O presidente Javier Milei desmentiu rumores sobre a possível renúncia do ministro da Economia, Luis Caputo, antes de sua viagem à reunião do FMI na Tailândia. Milei defendeu publicamente sua relação com Caputo e classificou a ideia de substituí-lo de "total disparato." Apesar das incertezas econômicas e especulações sobre a gestão de Caputo, o presidente reiterou que a política econômica é de sua responsabilidade e que a posição de Caputo não é questionada.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El presidente Javier Milei salió a desmentir la posible renuncia del ministro de Economía, Luis Caputo, luego de varios días de rumores sobre su futuro en el Gobierno y en la antesala de que viaje a la Reunión Anual del Fondo Monetario Internacional (FMI), en Bangkok, Tailandia.
Allí, el titular de Hacienda volverá a tomar contacto con la titular del organismo, Kristalina Georgieva. Además, se espera que el FMI informe la aprobación de la tercera revisión técnica que permita liberar US$ 900 millones.
Fiel a su estilo, Milei señaló que el rumor de la renuncia del ministro de Economía “es una pelotudez del tamaño de una casa. Yo tengo una relación simbiótica con Caputo”, afirmó el Presidente.
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En esa línea, consideró “un disparate total” la salida de Caputo y el reemplazo por el economista Alberto Ades, con quien se reunió la semana pasada. “Nos entendemos de memoria, literalmente (con Caputo). Siempre tenemos la visión alineada”, insistió Milei.
El mandatario aseguró que “lo que tratan de hacer es limar al ministro de Economía cuando se tiene que estar sentando a negociar con la directora gerente del FMI”, afirmó.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Perfil.

Política · Página/12


Política · La Nación
