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Marín se concentra na necessidade de emprego para os jovens do IVM, refletindo uma abordagem pragmática e conciliadora em relação ao setor. Fala de forma positiva sobre o instituto e sua qualidade, buscando responsabilidade tanto das empresas quanto do governo para facilitar a inserção no mercado de trabalho.
Resumo IA
Horacio Marín, presidente da YPF, expressou preocupação com a baixa taxa de contratação de graduados do Instituto Vaca Muerta, afirmando que apenas 5% dos 500 treinados conseguiram emprego formal na região. No entanto, após suas declarações, ele confirmou que 200 graduados já foram contratados.
Marín destaca a qualidade do treinamento oferecido pelo instituto e enfatiza a necessidade de o setor empregar esses jovens para evitar frustrações devido à falta de oportunidades.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
Las declaraciones del presidente de YPF, Horacio Marín, manifestando su preocupación por la falta de contratación de los egresados del Instituto Vaca Muerta (IVM) tuvieron repercusión. El titular de la petrolera estatal señaló a Ámbito que, tras sus dichos, “ya están tomando 200” de los capacitados. En el marco del cierre del Encuentro de CEOs en la AOG Patagonia 2026 (Argentina Oil & Gas Expo Patagonia) que tuvo lugar este miércoles en Neuquén, Marín afirmó \"Estoy preocupado por una cosa\".
Se refirió a que de los 500 jóvenes capacitados y certificados por el IVM “solo el 5% ha conseguido empleo formal en la cuenca”. En conversación con este medio, el directivo reiteró que “Para mí el éxito del instituto es que los chicos tengan trabajo, sino no sirve para nada”. Definió a este centro de formación como uno “de clase mundial, sino el mejor”. El planteo estuvo dirigido a las compañías del sector y particularmente a las empresas de servicios.
Para el CEO de YPF, el diferencial formativo de estos egresados en materia de seguridad y oficios es \"abismal\", por lo que cuestionó el bajo nivel de incorporaciones en una etapa de alta demanda. Agregó que \"Si no tomamos conciencia de todo esto, el instituto va a tener poca vida. No podemos fallar en esto; si no, lo que queda es frustración\". Marín contrastó esta situación con lo realizado por YPF en materia de recursos humanos. Desde diciembre a la fecha, la compañía incrementó de 12 a 18 equipos de perforación, lo que demandó la incorporación de más de 1.
200 operarios. El IVM tiene su sede en el Polo Tecnológico de Neuquén, y está equipado con tecnología e infraestructura moderna además de conectividad. Allí se desarrollan, las clases teóricas y prácticas, con acceso a simuladores de perforación, fractura, wireline, tableros de control de procesos con PLC, laboratorios de automatización, química aplicada y mantenimiento electromecánico, entre otras actividades.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Ámbito.

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