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La Nación3 min de leitura

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O artigo se concentra nas reformas e ações do FMI, evitando um viés político forte e apresentando uma perspectiva positiva e objetiva sobre as medidas do governo argentino. As palavras utilizadas pelos funcionários do FMI como 'aceleração' e 'resultados positivos' reforçam esse enfoque neutro.
Resumo IA
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu sua previsão de crescimento do PIB da Argentina para 2026, passando de 3,5% para 2%, mas mantém uma perspectiva positiva de aceleração do crescimento econômico a partir de agora. Durante uma conferência em Bangkok, os funcionários do FMI destacaram as reformas econômicas em andamento e enfatizaram a necessidade de melhorar a flexibilidade do mercado de trabalho, bem como a importância de aprofundar os mercados de capitais para fomentar o emprego e o crescimento.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
BANGKOK.- Este viernes a la madrugada se llevó a cabo en Bangkok, Tailandia, la conferencia del Fondo Monetario Internacional (FMI) sobre el Hemisferio Occidental, donde diversos referentes del organismo internacional analizaron la coyuntura del país respecto a las perspectivas de crecimiento del PBI de la Argentina para este año y 2027. Además, se refirieron a la posibilidad de que el país pueda recuperar el acceso completo a los mercados de capitales y deslizaron una advertencia sobre la necesidad de flexibilizar el mercado laboral.
“La perspectiva de crecimiento para la Argentina la hemos reducido al 2%”, remarcó Nigel Chalk, responsable del Departamento del Hemisferio Occidental (WHD, por sus siglas en inglés), acerca del retroceso del 3,5% al 2,1% sobre su proyección de expansión para la economía nacional en 2026. Para 2027, se redujo ese número del 4% al 3,5%.
“Esa cifra es resultante de los datos que hemos recibido”, indicó el funcionario del FMI, pero aclaró: “No ha cambiado nuestro punto de vista sobre la trayectoria de la economía (...) pensamos que habrá una aceleración comenzando ahora y hasta el 2027”.
Las palabras del responsable del WHD tuvieron lugar en un contexto donde los equipos técnicos y las autoridades argentinas continúan negociando el cierre de la tercera revisión del programa con el Fondo, de cuya aprobación depende un desembolso de unos US$869 millones. “Los equipos seguirán trabajando para finalizar la tercera revisión”, afirmó el ministro de Economía, Luis Caputo, luego del cónclave que tuvo el martes con la mandamás del organismo, Kristalina Georgieva, quien respaldó el programa del Gobierno.
Al momento de hacer referencia a la aplicación del plan económico de Javier Milei, Chalk subrayó: “Las reformas en la oferta que reducen los cuellos de botella están dando resultados. Había algunos factores idiosincráticos, como la menor demanda interna y condiciones de financiamiento más estrictas, que hicieron que cambiara nuestra perspectiva”.
En palabras de Chalk, “ese proceso de ajuste nunca es fácil”. “Pero esperamos una aceleración muy positiva de crecimiento para el año próximo”, insistió.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a La Nación.


Finanças · El Cronista