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Um mesmo tema em um só lugar: o texto oficial, o vídeo, o que aconteceu no X, como cada veículo contou e o discurso completo.
Discurso completo · Institucional
Casa Rosada7 min de leitura

Estimativa de IA · confiança 90%
Enquadramento predominante
Libertário 90%
Direita · estimado por IA · confiança 90%
A estimativa vem da análise do texto da notícia: quais fontes cita, quais fatos destaca e que linguagem usa.
Um modelo de IA lê a notícia e estima quanto do enquadramento se inclina à esquerda, ao centro ou a uma visão libertária. As três porcentagens somam 100.
Esta é uma estimativa gerada por IA, não um julgamento objetivo.
Gerado em · 1 min de leitura
Os resumos de IA podem conter erros.
O discurso enfatiza o apoio incondicional a Israel e critica o esquerdismo internacional, sugerindo uma moldura de direita. Frases como 'o baluarte de nossos valores' e a defesa dos princípios judeu-cristãos reforçam essa perspectiva.
Citados do texto original em espanhol.

Política · Derecha Diario
Milei publicou ou compartilhou no X.
Fonte: Casa Rosada (CC BY 2.5 AR). Tradução realizada pela MileiHoy
Bem, boa noite a todos. Antes de tudo, muito obrigado pelo convite e por este prêmio que representa meu afeto por Israel como Presidente, como argentino e como amante das ideias de liberdade. Agradeço ao pastor Mario Bramnick por organizar este evento para combater o antissemitismo, e, claro, a todos os presentes. Além disso, nas primeiras filas vejo grandes amigos. Obrigado, obrigado por este momento lindo que vocês estão me oferecendo.
Além disso, quero aproveitar para parabenizar meu amigo Bibi Netanyahu pelo resultado obtido nas últimas eleições de Israel. Hoje, mais do que nunca, é necessário que Israel consolide uma liderança forte e representativa que lhe permita enfrentar os desafios desta nova etapa. Assumir as rédeas do Estado judeu nunca foi uma tarefa fácil e muito menos, em meio a um ressurgimento global do antissemitismo, usado como arma contra seu direito de existir somado ao silêncio cúmplice de grande parte da mídia internacional.
Também quero usar este espaço, que reúne representantes de múltiplos credos e religiões, para celebrar a próxima visita do Papa Leão XIV à Argentina, a primeira desde a passagem do nosso país de João Paulo II em 1987. Este acontecimento servirá para reforçar nosso compromisso com os valores judeocristãos, que constituem os fundamentos do Ocidente e que, a partir deles, emana nossa grandeza como civilização. Um evento semelhante, que reúne todos nós que compartilhamos uma ascendência religiosa comum, fala da importância da fé em nosso presente, que, a propósito, precisa dela mais do que nunca. Como vocês bem sabem, desde o primeiro dia do nosso governo temos nos colocado ao lado de Israel, dando uma guinada na política externa argentina afastada do Ocidente.
Mas é necessário esclarecer que não defendemos Israel por um capricho pessoal do Presidente da Nação, mas porque hoje é o baluarte dos nossos valores no mundo frente àqueles que querem nos destruir. Falo dos valores que nos atravessam a todos os argentinos como ocidentais. E basta ler os dez mandamentos para entender os valores que moldaram o Ocidente. Desde o início, o Criador nos dá a liberdade quando diz: “eu sou teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da escravidão”.
Ou seja, primeiro nos torna livres; e só depois vêm as responsabilidades: não matarás, a vida de cada um é inviolável; não roubarás, o que cada um cria com seu trabalho pertence a ele; não darás falso testemunho, a palavra empenhada sustenta o contrato e a confiança entre as pessoas; não cobiçarás, ninguém tem direito sobre o que pertence ao outro. Por isso, a melhor definição de liberalismo é a que cunhou Alberto Benegas Lynch (filho), que afirma que é o respeito irrestrito pelo projeto de vida do próximo, baseado no princípio da não agressão e na defesa do direito à vida, à liberdade e à propriedade.
Porque engloba tanto a liberdade quanto as responsabilidades necessárias para que a liberdade seja frutífera e não simplesmente libertinagem.
Portanto, esses valores estão no centro da moral como política de Estado que forma a bússola deste Governo. Cada medida que tomamos parte da justiça e do respeito pelo direito natural à vida, à liberdade e à propriedade. Essas noções que nos fazem quem somos tornam nossa civilização única e herdamos desde as Santas Escrituras. Para nós, esses valores não são negociáveis, são parte essencial de nossa identidade e vamos defendê-los onde quer que se tente minar os fundamentos de nossas sociedades, tanto de inimigos internos quanto externos.
Hoje, o terrorismo e o antissemitismo buscam romper esses laços e destruir nossa confiança nos valores que nos unem. A Argentina sabe do que fala quando se refere a terrorismo porque o conhece na carne, o atentado à Embaixada de Israel em 1992 e o da AMIA em 1994 deixaram 114 vítimas fatais inocentes. Hoje, a justiça reconhece que foram crimes de lesa humanidade e aponta a responsabilidade do Irã e do Hezbollah. Enquanto outros governos assinaram um memorando com o Irã, nós assinamos um com a democracia liberal de Israel.
E nessa batalha, os terroristas não estão sozinhos, contam com o auxílio da esquerda internacional, que trabalha dia após dia para corroer a confiança nos governos liberais e preparar o terreno para aqueles que, de fora, atentam contra o nosso modo de vida. Seu único objetivo é a destruição total do Ocidente e de tudo que ele representa. E isso também não é algo novo. Isaías já avisou: há de quem a isso dizer bom e ao bom dizer mal, que faz da luz trevas e das trevas luz, é o que fazem aqueles que justificam o terrorismo e culpam suas vítimas.
Querem desdibujar a verdade, inverter nossos valores, e nos deixar indefesos frente ao avanço da barbárie. E não falo apenas de uma destruição material, mas de algo muito mais profundo: vão aos aspectos intangíveis, espirituais, sem os quais nada do que nossos antepassados construíram teria sido possível. E em campo oferecem um substituto: o Estado total em vez de Deus. Ou como diríamos os liberais, a fatal arrogância.
Prometem o paraíso imediato, mas esse paraíso sempre está a um massacre e a um roubo sistemático de distância. A promessa da plenitude da noite para o dia é a promessa do cão que persegue sua própria cauda, mas nunca consegue alcançá-la. E a promessa de transformar o Estado em Deus e alcançar o paraíso na terra da noite para o dia sempre deixa como resultado um inferno: um inferno de pobreza, de miséria, de guerra. Eles não comparam nossas democracias liberais com suas distopias totalitárias. Não, comparam com o paraíso imaginário que tentam vender. E desde essa comparação falaciosa criticam toda a estrutura teórica e moral de nossas sociedades.
Assim, quando uma democracia luta contra terroristas que se escondem atrás da população civil, apenas criticam a democracia porque não pode evitar absolutamente todas as vítimas colaterais. Quando Israel luta por sua sobrevivência pedem sanções, embargos e limitações. Quando Hamas extorque com reféns, ou quando o terrorismo bloqueia as vias navegáveis do mundo, eles apenas culpam Israel ou os Estados Unidos por não cederem ao seu chantagem, à sua extorsão.
Alguns cedem ao mal por covardia, acreditam que o apaziguamento é a melhor estratégia, outros mais inteligentes cedem porque sabem que o apaziguamento apenas agrava o terrorismo. Não nos confundamos, eles querem que os inimigos do ocidente vençam e só choram quando esses inimigos são justamente derrotados. Hoje, tudo isso, graças à visão de grandes líderes como Donald Trump e Bibi Netanyahu, se tornou evidente para todo o mundo. Por isso, nosso dever é reencontrar-nos conosco mesmos como civilização ocidental, deixar de dar por certo tudo o que conquistamos, lembrar que o preço da liberdade é a eterna vigilância, ter claro que quem mexe com Israel mexe com todo o ocidente e que não descansaremos nem um segundo para resguardar o tesouro de nossa herança civilizatória.
Há mais de 2000 anos, os macabeus enfrentaram um império infinitamente mais poderoso que eles e entenderam que a vitória depende das forças que vêm do céu... Macabeus, 3:19: a vitória na batalha não depende da quantidade de soldados, mas das forças que vêm do céu. Amém.
Nesse sentido, muito mais que do tamanho do exército, hoje Israel mantém essa mesma luz frente às trevas, e a Argentina escolheu estar ao seu lado. Portanto, que Deus abençoe a República Argentina, que Deus abençoe Israel e o Ocidente, que as forças do céu nos acompanhem e viva la libertad, carajo (viva a liberdade, caramba). Muito obrigado.
Bueno, buenas noches a todos. Ante todo, muchas gracias por la invitación y por este premio que representa mi afecto por Israel como Presidente, como argentino y como amante de las ideas de la libertad. Gracias al pastor Mario Bramnick por organizar este evento para combatir el antisemitismo, y por supuesto a todos los presentes. Además, en las primeras filas veo a grandes amigos. Gracias, gracias por este hermoso momento que me están regalando.
Además, quiero aprovechar para felicitar a mi amigo Bibi Netanyahu por el resultado obtenido en las últimas elecciones de Israel. Hoy, más que nunca, es necesario que Israel consolide un liderazgo fuerte y representativo que le permita afrontar los desafíos de esta nueva etapa. Tomar las riendas del Estado judío nunca fue una tarea sencilla y mucho menos, en medio de un resurgimiento global del antisemitismo, utilizado como arma contra su derecho a existir sumado el silencio cómplice de gran parte de los medios internacionales.
También quiero usar este espacio, que reúne a representantes de múltiples credos y religiones, para celebrar la próxima visita del Papa León XIV a la Argentina, la primera desde el paso por nuestro país de Juan Pablo II en 1987. Este acontecimiento servirá para reforzar nuestro compromiso con los valores judeocristianos, que constituyen los cimientos de Occidente y desde los cuales se emana nuestra grandeza como civilización. Un evento semejante, que reúne a todos los que compartimos una ascendencia religiosa común, habla de la importancia de la fe en nuestro presente, presente que, dicho sea de paso, la necesita más que nunca. Como bien saben, desde el primer día de nuestro gobierno nos hemos puesto del lado de Israel, dando un giro de timón a una política exterior argentina apartada de Occidente.
Pero es necesario aclarar que no defendemos a Israel por un capricho personal del Presidente de la Nación, sino porque hoy es el baluarte de nuestros valores en el mundo frente a quienes quieren destruirnos. Hablo de los valores que nos atraviesan a todos los argentinos en calidad de occidentales. Y alcanza con leer los diez mandamientos para entender los valores que moldearon a Occidente. Desde el inicio el Creador nos da la libertad cuando señala: “yo soy tu Dios, que te sacó de la tierra de Egipto, de la casa de la esclavitud”.
Es decir que primero nos hace libres; y recién después vienen las responsabilidades: no matarás, la vida de cada uno es inviolable; no robarás, lo que cada uno crea con su trabajo le pertenece; no darás falso testimonio, la palabra empeñada sostiene el contrato y la confianza entre las personas; no codiciarás, nadie tiene derecho sobre lo que es del otro. Por eso la mejor definición de liberalismo es la que acuñó Alberto Benegas Lynch (hijo), que señala que es el respeto irrestricto del proyecto de vida del prójimo basado en el principio de no agresión y en defensa del derecho a la vida, a la libertad y la propiedad.
Porque engloba tanto a la libertad como las responsabilidades necesarias para que la libertad sea fructífera y no simplemente libertinaje.
Por eso, estos valores se encuentran en el centro de la moral como política de Estado que conforma la brújula de este Gobierno. Cada medida que tomamos parte desde la justicia y el respeto por el derecho natural a la vida, a la libertad y la propiedad. Estas nociones que nos hacen quienes somos, hace única a nuestra civilización y la hacemos heredados desde las Santas Escritura. Para nosotros, esos valores no son negociables, son parte esencial de nuestra identidad y vamos a defenderlos en donde sea que se intente socavar los fundamentos de nuestras sociedades, tanto de enemigos internos como externos.
Hoy el terrorismo y el antisemitismo buscan romper con estos lazos y romper con nuestra confianza en los valores que nos unen. La Argentina sabe de qué habla cuando habla de terrorismo porque lo conoce en carne propia, el atentado a la Embajada de Israel en 1992 y el de la AMIA en 1994, dejaron 114 víctimas fatales inocentes. Hoy la justicia reconoce que fueron crímenes de lesa humanidad y señala la responsabilidad de Irán y de Hezbolá. Mientras otros gobiernos firmaban un memorándum con Irán, nosotros firmamos uno con la democracia liberal de Israel.
Y en esa batalla los terroristas no están solos, cuentan con el auxilio de la izquierda internacional, que trabaja día a día para esmerilar la confianza en los gobiernos liberales y allanar el terreno para quienes, desde afuera, atentan contra nuestro modo de vida. Su único objetivo es la destrucción total de Occidente y de todo aquello que representa. Y esto tampoco es algo novedoso. Isaías ya lo advirtió: hay de los que a lo malo dicen bueno y a lo bueno, malo, que hacen de la luz tinieblas y de las tinieblas luz, es lo que hacen quienes justifican al terrorismo y culpan a sus víctimas.
Quieren desdibujar la verdad, invertir nuestros valores, y dejarnos indefensos frente al avance de la barbarie. Y no hablo únicamente de una destrucción material, sino de algo mucho más profundo: van por los aspectos intangibles, espirituales, sin los cuales nada de lo que construyeron nuestros antepasados hubiera sido posible. Y en el terreno ofrecen un sustituto: el Estado total en lugar de Dios. O como le diríamos los liberales, la fatal arrogancia.
Prometen el paraíso inmediato, pero ese paraíso siempre queda a una matanza y a un robo sistemático de distancia. La promesa de la plenitud de la noche a la mañana es la promesa del perro que persigue su propia cola, pero nunca puede alcanzarla. Y la promesa de convertir al Estado en Dios y alcanzar el paraíso en la tierra de la noche de la mañana siempre deja como resultado un infierno: un infierno de pobreza, de miseria, de guerra. Ellos no comparan a nuestras democracias liberales con sus distopías totalitarias. No, la comparan con el paraíso imaginario que intentan vender. Y desde esa comparación falaz critican todo el andamiaje teórico y moral de nuestras sociedades.
Así, cuando una democracia lucha contra terroristas que se esconden detrás de la población civil, solo critican a la democracia porque no puede evitar absolutamente todas las víctimas colaterales. Cuando Israel lucha por su supervivencia piden sanciones, embargos y limitaciones. Cuando Hamas extorsiona con rehenes, o cuando el terrorismo bloquea las vías navegables del mundo, ellos solo culpan a Israel o a los Estados Unidos por no ceder ante su chantaje, ante su extorsión.
Algunos ceden ante el mal por cobardía, creen que el apaciguamiento es la mejor estrategia, otros más inteligentes ceden porque saben que el apaciguamiento solo empeora al terrorismo. No nos confundamos, ellos quieren que los enemigos de occidente venzan y solo lloran cuando estos enemigos son justamente derrotados. Hoy, todo esto gracias a la visión de grandes líderes como Donald Trump y Bibi Netanyahu, ha quedado a la vista de todo el mundo. Por eso, nuestro deber es reencontrarnos con nosotros mismos como civilización occidental, dejar de dar por hecho todo lo que hemos logrado, recordar que el precio de la libertad es la eterna vigilancia, tener en claro que quienes se meten con Israel se meten con todo occidente y que no descansaremos ni un segundo para resguardar el tesoro de nuestra herencia civilizatoria.
Hace más de 2000 años, los macabeos se enfrentaron a un imperio infinitamente más poderoso que ellos y entendieron que la victoria depende de las fuerzas que el cielo… Macabeos, 3:19: la victoria en la batalla no depende de la cantidad de soldados, sino de las fuerzas que vienen del cielo. Amén.
En este sentido, mucho más que del tamaño del ejército, hoy Israel sostiene esa misma luz frente a las tinieblas, y la Argentina ha elegido estar a su lado. Por lo tanto, que Dios bendiga la República Argentina, que Dios bendiga a Israel y a Occidente, que las fuerzas del cielo nos acompañen y viva la libertad, carajo. Muchísimas gracias.
Texto completo original em espanhol, publicado por Casa Rosada.
Copiadas literalmente do discurso oficial; tradução da MileiHoy.
“Hoje, tudo isso graças à visão de grandes líderes como Donald Trump e Bibi Netanyahu foi revelado a todo o mundo.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Seu único objetivo é a destruição total do Ocidente e de tudo o que ele representa.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Eles prometem um paraíso imediato, mas esse paraíso está sempre a uma matança e a um roubo sistemático de distância.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Para nós, esses valores não são negociáveis, são parte essencial de nossa identidade, e os defenderemos onde quer que se tente underminar os fundamentos de nossas sociedades.”
— Javier Milei · Ver no discurso
“Hoje, mais do que nunca, é necessário que Israel consolide uma liderança forte e representativa que permita enfrentar os desafios desta nova etapa.”
— Javier Milei · Ver no discurso